Economia Portugal já acolheu 1.435 refugiados. Mais 100 chegam em breve

Portugal já acolheu 1.435 refugiados. Mais 100 chegam em breve

O ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, anunciou esta quarta-feira que Portugal acolheu até agora 1.435 pessoas ao abrigo do programa de recolocação da União Europeia e que mais cerca de 100 refugiados chegarão "nas próximas semanas" a Portugal.
Portugal já acolheu 1.435 refugiados. Mais 100 chegam em breve
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 20 de setembro de 2017 às 21:25

Eduardo Cabrita falava na sessão comemorativa do 26.º aniversário do Conselho Português para os Refugiados (CPR), uma organização não-governamental a quem fez um "agradecimento genuíno em nome do Governo português" por ajudá-lo no que considera ser "uma missão" do país.

 

"É uma missão que tem problemas, que tem, aqui e ali, insucessos, mas Portugal tem estado do lado certo desta história, tem estado de braços abertos, tem acolhido, tem tentado integrar", sustentou o ministro, na sessão realizada Centro de Acolhimento para Refugiados da Bobadela, concelho de Loures.

 

Também a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, frisou "o dever civilizacional e ético de protecção dos refugiados e daqueles que, mesmo não sendo refugiados, procuram esta terra para viver". "Enquanto povo de emigração, é nosso dever histórico e nossa responsabilidade colectiva acolher - e temo-lo feito com dignidade, sem qualquer tipo de receios", defendeu.

 

"[Neste momento,] continuamos a receber refugiados ao abrigo da recolocação, mas também da reinstalação, que é outro mecanismo de protecção de refugiados, além dos pedidos de asilo espontâneos", indicou a ministra, acrescentando que estão abertas vagas "na totalidade da quota de Portugal".

 

"Todos os dossiers que nos são enviados por Itália ou pela Grécia, ou então através do ACNUR, o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, são analisados e estamos prontos para acolher, como até agora temos estado". 

 

Além dos cerca de 100 refugiados que em breve chegarão a Portugal, o ministro-adjunto sublinhou que o país manifestou já disponibilidade junto da Grécia e de Itália, primeiro país de acolhimento, para receber até ao final deste ano todos aqueles que integram a quota portuguesa.

 

"Neste momento, somos o quinto país da União [Europeia] com maior número de refugiados acolhidos no âmbito do programa de recolocação, e o que nós homenageámos hoje aqui foi a forma como Portugal organizou o acolhimento, com uma participação da sociedade civil, de instituições como o CPR e outras e das comunidades locais", disse Eduardo Cabrita, salientando que "existem refugiados acolhidos em 97 municípios portugueses" o que demonstra que "esta é uma causa que tem unido os portugueses".

 

Na sessão, receberam um prémio atribuído pelo CPR representantes de alguns dos 21 municípios distinguidos pelo trabalho feito para acolher refugiados, que lhes foi entregue pela presidente da instituição, Teresa Tito de Morais.

 

"Nós hoje testemunhámos aqui, com cerca de duas dezenas de municípios de todo o país, com o papel do CPR, que a comunidade portuguesa, as instituições, as autarquias, são parceiros empenhados neste processo, para que Portugal tenha um papel activo numa Europa da coesão, da solidariedade e da liberdade", rematou o ministro. 




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comentários mais recentes
Mr.Tuga 21.09.2017

A cagadeiR+a tuga FALIDA mas muito "altruísta"... O roto a receber o nu....

JCG 21.09.2017

Tem havido uma confusão claramente inconveniente e perigosa: a confusão de refugiados com imigrantes.
São coisas diferentes: a refugiados por dever de solidariedade humanista presta-se apoio supostamente temporário, até que a situação de onde vieram normalize; aos imigrantes ou candidatos a imigrantes acolhem-se e integram-se ou não em função dos interesses do país receptor, a quem cabe (ou deve caber) a última palavra e decisão.
Sou adepto do apoio a refugiados, mas preocupa-me que isso seja confundido com a integração de imigrantes. Acho que aos refugiados deviam ser prestados os seguintes apoios: aos jovens com capacidade para combater dava-.se instrução militar e armas bem como transporte à origem para que eles de forma organizada defendessem a sua terra; aos outros seriam instalados em quartéis militares (temos muitos vazios) sendo-lhe ministrada formação profissional útil para retorno às suas terras. Por exemplo, em construção civil, área em que haverá muito que fazer.

Refugiados uma ova... 20.09.2017

Islâmicos que vêem para a Europa exterminar Europeus.
Esta escumalha não vem para trabalhar só para parasitar o Estado Social.
Eu com tenho que o pagar, digo... Não são bem vindos ... Rua
Não aceitam nem respeitam as nossas tradições e só querem impôr as deles...
Rua ... não fazem cá falta.

General Ciresp 20.09.2017

Mais um "INEDITISMO"amanhado pelo d.branca:familia completa a ministros dentro da gerigonca,todos juntos nao valem um "SOLDADO RASO".Secalhar na ESQUINA DO RIO voltarei a carga.

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