Conjuntura Portugal pede ajuda a Bruxelas para fazer reformas estruturais
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Portugal pede ajuda a Bruxelas para fazer reformas estruturais

Modernização administrativa e implementação da nova Lei de Enquadramento Orçamental são as áreas em que o Governo português se candidatou para receber ajuda para executar reformas.
Portugal pede ajuda a Bruxelas para fazer reformas estruturais
Reuters
Nuno Aguiar 02 de junho de 2017 às 00:01

O Governo português candidatou-se a um programa de apoio às reformas estruturais da Comissão Europeia, com o objectivo de obter ajuda e aconselhamento para projectos em duas áreas: modernização administrativa e )

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mais votado Anónimo 02.06.2017

Sejamos sérios. Queremos números de excedentários despedidos. Hoje em dia, reformas destas não se fazem sem substituir factor trabalho por factor capital e sem reduzir a quantidade líquida de factor trabalho alocado e aumentar a quantidade líquida de factor capital alocado. É dos livros, é dos mercados, é da vida.

comentários mais recentes
Anónimo 02.06.2017

Se o governo decreta que não existem excedentários e que os empregos no Estado são garantidamente vitalícios e sempre a subir, é óbvio que os bancos ganham logo um universo de potenciais clientes no mercado do crédito ao consumo e à habitação sem paralelo. Os custos financeiros e de oportunidade dessa imprudência lunática não desaparecem. Simplesmente são gradual e temporariamente transferidos para os agentes económicos com capacidade para criar valor através do investimento, da inovação e do empreendedorismo. O país empobrece e perde autonomia e sustentabilidade económica e financeira. No curto prazo, algumas gerações de agentes económicos dos sectores ligados ao excedentarismo de carreira sindicalizado ou independente, ao capitalismo de compadrio, ao tresloucado keynesianismo despesista e ao sindicalismo radical de inspiração marxista acumulam algum bem-estar temporário enquanto este processo de extracção de valor do Estado, da economia e da sociedade avança e se consolida. Depois...

Anónimo 02.06.2017

Do ponto de vista de um tradicional banco de retalho português, que risco existe em emprestar a 200 ou 300 mil excedentários blindados face à real procura e oferta de mercado motivada pelos avanços tecnológicos, a globalização e as alterações nos hábitos, gostos, necessidades e expectativas de todos os agentes económicos? E aos muitos milhares de pensionistas que anteriormente passaram incólumes por essa mesma situação de excedentarismo protegido e principescamente remunerado? A banca de retalho fomenta e vive do excedentarismo a par com o capitalismo de compadrio subsidio dependente e os políticos eleitoralistas irresponsáveis. Se a jurisdição em causa, por acréscimo, não tem mercado laboral flexível nem mercado de capitais, o melhor talento e investimento perde-se na íntegra. Sobram os resgates cíclicos, as bolsas perfeitamente evitáveis de pobreza endémica, o atraso, a irrelevância e dependência extremas enquanto povo, cultura e sociedade no contexto do mundo desenvolvido.

Anónimo 02.06.2017

A competitividade é desenvolver a economia através da criação de condições para que o mercado laboral seja o mais flexível possível e o mercado de capitais seja o mais forte e dinâmico que se conseguir, promovendo assim todas as condições para gerar, atrair e fixar o melhor e mais adequado talento e capital disponíveis nos mercados internos e externos de factores a cada momento. O lixo é tudo aquilo que se opõe a esta lógica e não reconhece a sua importância para que se possam atingir níveis de prosperidade, equidade e sustentabilidade elevados na economia.

Anónimo 02.06.2017

Deem as voltas e cambalhotas todas que quiserem dar mais os sindicatos e os marxistas, mais os keynesianos, os bancários resgatados, os excedentários de carreira e os luditas. O excedentarismo e a rigidez do mercado laboral têm que acabar ou o país vai à bancarrota ou transforma-se numa sociedade esclavagista em pleno Século XXI na Europa Ocidental.

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