Emprego Portugal registou o maior crescimento de emprego na Europa

Portugal registou o maior crescimento de emprego na Europa

Os dados do gabinete de estatísticas europeu, que se baseiam nas contas nacionais, apontam para um crescimento de 1,3% em cadeia, muito acima dos 0,2% da Zona Euro
Portugal registou o maior crescimento de emprego na Europa
Bruno Simão
Catarina Almeida Pereira 13 de dezembro de 2016 às 10:14

Portugal registou no terceiro trimestre o maior crescimento do emprego na União Europeia, em comparação com o trimestre anterior, de acordo com os dados do Eurostat que se baseiam nas contas nacionais.

O crescimento de 1,3% foi o mais alto de todos os países analisados, e contrasta com a média de 0,2% tanto na Zona Euro como na União Europeia.



Estas taxas de crescimento do emprego traduzem a variação do número de pessoas empregadas em unidades de produção nacionais e são retiradas das contas nacionais, numa metodologia distinta dos dados regularmente publicados pelo INE que se baseiam no Inquérito ao Emprego.

Na comparação homóloga o emprego avançou 2,2% em Portugal, acima da média da Zona Euro (1,2%) e duplicando o ritmo da União Europeia (1,1%). 

Em termos relativos, porém, Portugal não se destaca tanto quando a comparação é feita com o mesmo período do ano passado. É o oitavo país com o crescimento mais elevado, numa lista liderada por Malta (3,8%), pelo Luxemburgo (3%) e por Espanha e a Irlanda.

Estas taxas de crescimento do emprego comparativamente elevadas seguem-se a uma quebra muito pronunciada do nível de emprego durante os anos de recessão.

De acordo com os dados do INE baseados no inquérito ao emprego (que segue outra metodologia), Portugal tinha no terceiro trimestre 4661,5 mil pessoas empregadas. São mais 307 mil do que no pico da crise, no início de 2013, mas o número ainda fica abaixo do que foi registado no terceiro trimestre de 2011.

Há cinco anos havia mais 92 mil pessoas empregadas.

Notícia actualizada às 10:30 com mais informação




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mais votado Anónimo 13.12.2016


Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Porque é que 7 000 000 de trabalhadores e pensionistas privados têm de ser cada vez mais sacrificados para sustentar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias de 1 000 000 de ladrões FP / CGA?

São medidas injustas que vão enterrar os portugueses em mais de 2 000 milhões €, por ano, todos os anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as pensões muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos...


comentários mais recentes
pertinaz 13.12.2016

BESTIAL !!!

NO PASA NADA !!!

Anónimo 13.12.2016


PS ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

PS = O partido dos mais Ricos

O PS só defende os interesses particulares de alguns grupos:

- Os patrões mais ricos (deu-lhes as PPP's);
- Os aposentados com pensões mais altas (CGA);
- Os FP (têm os salários mais altos).

Os outros portugueses... que se lixem e paguem mais impostos para sustentar os anteriores!


Anónimo 13.12.2016


Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Porque é que 7 000 000 de trabalhadores e pensionistas privados têm de ser cada vez mais sacrificados para sustentar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias de 1 000 000 de ladrões FP / CGA?

São medidas injustas que vão enterrar os portugueses em mais de 2 000 milhões €, por ano, todos os anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as pensões muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos...


TecnoCalotes 13.12.2016

O DIABO a fazer das suas... e agora quem é que atura os pafiosos e o ressabiamento aziado?

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