Conjuntura Portugal com excedente externo de 1,2% do PIB

Portugal com excedente externo de 1,2% do PIB

No ano terminado em Junho, a economia portuguesa registou um excedente externo de 1,2% do PIB, contabilizou o Banco de Portugal. A poupança das famílias e das empresas mais que compensou o défice nas Administrações Públicas.
Portugal com excedente externo de 1,2% do PIB
Rui Peres Jorge 13 de Outubro de 2016 às 11:52

"No ano acabado no segundo trimestre de 2016, e tal como acontece desde o final de 2012, a economia portuguesa evidenciou capacidade de financiamento, no valor de 1,2% do PIB" escreve o Banco de Portugal numa nota enviada à imprensa, explicando que "a capacidade de financiamento da economia reflectiu a poupança financeira das sociedades financeiras, dos particulares e das sociedades não financeiras (respectivamente de 3,2%, 0,8% e 0,6% do PIB)".

"A soma destas poupanças, 4,6%, "foi mais do que suficiente para satisfazer as necessidades de financiamento das administrações públicas, que totalizaram 3,4% do PIB" explica ainda o banco central, que também fez as contas ao "stock" de activos financeiros de cada subsector face ao exterior, encontrando uma melhoria no conjunto da economia, incluindo nas administrações públicas.

Apesar dos défices, o Estado conseguiu melhorar a sua posição face ao exterior: "Os activos financeiros líquidos das administrações públicas aumentaram 2,3 pontos percentuais do PIB devido ao efeito positivo neste rácio da variação do PIB e das variações nos preços dos activos financeiros e dos passivos, que mais do que compensaram as necessidades de financiamento deste sector".

 

No que diz respeito ao total da economia, em Junho, registava-se "uma posição financeira líquida face ao resto do mundo de -105,6% do PIB, superior aos -108,4% do PIB registados no final do trimestre anterior", diz o banco central, que destaca que se mantém "a tendência de melhoria observada desde o início de 2014, apenas com uma breve interrupção no início de 2015".




A sua opinião26
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Luis Ferreira Há 3 semanas

como diria o F. Pessa: e esta, ehn ? é a geringonça a funcionar !!!!

comentários mais recentes
Jose Há 3 semanas

A notícia está escrita como quem a escreveu. Ninguém entende.

Péssimas noticias para certa gente de direita Há 3 semanas

No dia em que um PORTUGUÊS é nomeado para SG da ONU. Vem agora esta noticia desoladora para os tais que a única coisa que fizeram foi rastejar perante uma ultra direita europeia que impôs o que quis e como quiseram. Para ajudar ainda foram mais papistas que papa.

Anónimo Há 3 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

Anónimo Há 3 semanas

Boa noticia para Portugal independentemente de governos (o Paf tb contribuiu). Contudo a cegueira partidária vem logo com o habitual bota abaixo, valha-vos S Gregorio

ver mais comentários
pub
pub
pub
pub