Segurança Social Precários: Governo admite excepções no critério dos três anos
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Precários: Governo admite excepções no critério dos três anos

Depois de ter proposto que os precários a trabalhar há menos de três anos fossem excluídos da regularização, o Governo admitiu esta quinta-feira excepções a esta regra. E haverá abertura para melhorar salários, mas não há garantias.
Precários: Governo admite excepções no critério dos três anos
Bruno Simão/Negócios

O Governo admitiu esta quinta-feira abrir excepções à regra que propõe que os precários a trabalhar no Estado há menos de três anos sejam excluídos do processo de regularização. A informaç)

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mais votado Anónimo Há 4 semanas

Cuidado com o que prometem a estes e aqueles... O despedimento de colaboradores em excesso é uma muito válida medida ou ferramenta de gestão extremamente comum e muito frequente nas grandes organizações em todas as economias mais avançadas do mundo, encarada com naturalidade por todos os agentes económicos interessados no processo de criação de valor e no desenvolvimento económico, desde os investidores aos consumidores, passando pelos colaboradores e contribuintes.

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Anónimo Há 4 semanas

Para estes deixarem de ser precários, todos os agentes económicos que sustentam o excedentarismo e suas pensões futuras são obrigados a ficar cada vez mais precários.

Anónimo Há 4 semanas

Os "definitivos" dispensados regressam ao sistema de ensino por um, dois ou mais anos, procuram oferecer no mercado o seu talento a um novo empregador interessado em aproveitar e valorizar as suas competências e experiência ou pura e simplesmente com o know-how adquirido abrem o seu próprio negócio. Os "precários" quando obsoletos, farão o mesmo. Qual o suporte para isto? Já existe. É o Estado de Bem-Estar Social. Mas tem que ser universal ou torna-se caro, injusto e ineficaz.

Anónimo Há 4 semanas

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

Anónimo Há 4 semanas

Tudo isto são manobras eleitorais em que único crivo é obediência ao partido BANCARROTA. A consequência, tragédia Pedrógão Grande.

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