Saúde Presidente da Apifarma e as greves: "os esforços pedidos têm limites"

Presidente da Apifarma e as greves: "os esforços pedidos têm limites"

"Estamos sempre contra as greves" mas é possível que se tenha "ido demasiado longe nalgum tipo de congelamento", afirma João Almeida Lopes.
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Celso Filipe Rosário Lira 16 de setembro de 2017 às 21:00

Vê legitimidade nos protestos dos médicos e enfermeiros? "Eu faço parte das entidades patronais, estamos sempre contra as greves, sobretudo não regulamentadas", responde João Almeida Lopes. Apesar desta posição de princípio, o presidente da Apfirma - Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica admite que se "terá ido demasiado longe nalgum tipo de congelamento" da despesa.

Na Conversa Capital, um espaço de entrevista conjunto entre o Negócios e a Antena 1 sublinha que os esforços pedidos têm "limites" e que é necessário negociar, porque se está perante um problema transversal a todo o sistema que é o do subfinanciamento.

"Não sei se não se terá ido demasiado longe em determinado tipo de congelamento de expectativas aqui e ali. Faz sentido olhar para o que se passa. Às vezes é preciso encontrar soluções flexíveis", defende o líder da Apifarma.





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comentários mais recentes
DJ viajante 17.09.2017

Ainda nao acabou porque o homenzinho agora quer reduzir a divida.

Anónimo 17.09.2017

Há hoje mais enfermeiros e médicos que há 10 ou 20 anos. Mas ao contrário a população do país diminuiu muito. Basta ver a estatística no INE ou na Pordata. Andam em bandos nos hospitais.

Anónimo 17.09.2017

Não se admite que haja uma descriminação positiva para as enfermeiras. Os outros funcionários não são burros de carga.

Anónimo 17.09.2017

As enfermeiras só agora tomaram conhecimento dos congelamentos das carreiras e dá estrutura plana de muitas carreiras e suas consequências .
Há muitos funcionários com muito mais habilitações e responsabilidades que nada recebem a mais há longos anos.

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