Energia Produção de electricidade eólica na UE bate um máximo histórico

Produção de electricidade eólica na UE bate um máximo histórico

Quase um quinto do consumo eléctrico na União Europeia (UE) foi abastecido na segunda-feira pela produção eólica, que atingiu um máximo histórico, avançou a Associação de Energias Renováveis (APREN) em comunicado.
Produção de electricidade eólica na UE bate um máximo histórico
Bloomberg
Lusa 12 de setembro de 2017 às 21:00

A associação, que cita dados da WindEurope (Associação Europeia de Energia Eólica), diz que a electricidade eólica produzida na segunda-feira permitiu abastecer 19,8% das necessidades de consumo da UE, "o que equivale a cerca de 12 vezes o consumo médio diário de Portugal".

 

"Uma produção especialmente assinalável, que permitiu a paragem de produção de 60 centrais a carvão equivalentes à maior de Portugal - a central termoelétrica de Sines", lê-se no comunicado.

 

Segundo a APREN, o peso da produção eólica no total da electricidade produzida "atingiu um dos seus máximos históricos no dia 11 de Setembro: 1.610 GWh".

 

A associação destaca ainda "um recorde histórico das centrais eólicas offshore [no mar], 251 GWh, que só por si permitiram suprir um consumo equivalente a 25 milhões de habitações".

 

Em Portugal, as centrais eólicas produzem anualmente perto de um quarto das necessidades eléctricas nacionais, adianta a APREN.




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Ventura Santos 13.09.2017

E todos nós a pagar os sobrecustos que mais não são dos que os sobrelucros deles ...