Finanças Públicas "Provámos aquilo que a direita negava" e com "respeito pela história do PS"

"Provámos aquilo que a direita negava" e com "respeito pela história do PS"

O líder parlamentar do PS disse esta segunda-feira que partido está empenhado em manter a confiança dos agentes e das instâncias europeias. Carlos César considera que apesar das diferenças face aos "aliados", houve uma "grande confluência" na política económica e social.
"Provámos aquilo que a direita negava" e com "respeito pela história do PS"
Bruno Simão/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 17 de abril de 2017 às 17:08

Carlos César defendeu esta segunda-feira, 17 de Abril, que o PS quer provar outra vez que é possível conciliar responsabilidade social com responsabilidade financeira, contando com a ajuda dos "aliados" no Parlamento, apesar das divergências que existem, designadamente na relação com a Europa. "Provámos aquilo que a direita negava", acrescentou o líder parlamentar socialista. 

As declarações de Carlos César aos jornalistas foram feitas no Palácio de Belém, depois de um encontro com o Presidente da República de uma delegação do PS por si chefiada. 

Marcelo Rebelo de Sousa marcou encontros com todos os partidos para avaliar posições após a apresentação pelo Executivo do Programa de Estabilidade e do Programa Nacional de Reformas. 

Carlos César explicou que o PS transmitiu ao chefe de Estado o "empenhamento" do PS nesta fase que classificou de um "momento de transição", depois do o Governo ter rompido com a "
herança negativa" deixada pelo Executivo anterior. 

Carlos César detalhou que foram aumentadas prestações sociais e recuperado o sistema bancário. "Todo esse trabalho foi necessário ao longo deste tempo", disse, acrescentando que foi preciso "reverter medidas" para "relançar a confiança". 

O também presidente do PS destacou que a estratégia do Governo está a gerar confiança das instituições, designadamente das entidades externas. Agora, o PS quer prosseguir esse caminho, assegurou, "com a ajuda dos nossos aliados que apoiam o Governo, a aprovação agora junto das instâncias europeias e os debates Programa de Estabilidade e do Programa Nacional de Reformas". 

Estes momentos "reafirmam a estabilidade política". O PS quer "provar uma vez mais o que é já provámos no último ano. É possível recuperar ao mesmo tempo que se preserva o equilíbrio das nossas finanças públicas", disse Carlos César. 

O chefe da bancada socialista defendeu que o PS provou "ter responsabilidade social ao mesmo tempo que tem responsabilidade financeira". "Provámos aquilo que a direita negava" e no "respeito pela história do PS na sua relação com a construção da União Europeia," argumentou. 

César admitiu que neste pontos há "diferença em relação ao nossos aliados", mas "essa diferença nunca deixou de permitir uma grande confluência na política económica e social".




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mais votado Luis Há 1 semana

Se em vez de viverem à conta dos outros fossem empresários que vendessem para o Estado, e não recebessem, logo viam a grande m*rda que são e a grande m*rda que andam a fazer. Bandidos e aldrabões.

comentários mais recentes
DJ viajante Há 1 semana

Numa coisa estou de acordo, conseguiram dar s volta so BE e PCP que engoliram o programa deles.....ate conseguiram por o Jeronimo de colarinho branco e bolso profundo.

Mas que ranhosos... Há 1 semana

Vocês DÃO o dinheiro do povo aos bancos... E o Passos emprestava
Que gentinha hipócrita e sem vergonha, herança negativa? Podres...
Vocês deixaram o défice a 11% ao Passos...
O Passos deixou-vos o défice a 3%...
Se a mentira pagasse impostos... nestas altura já tínhamos um superavit...
Corja...

Luis Há 1 semana

Se em vez de viverem à conta dos outros fossem empresários que vendessem para o Estado, e não recebessem, logo viam a grande m*rda que são e a grande m*rda que andam a fazer. Bandidos e aldrabões.

Água Ráz Há 1 semana

Diga-me qual foi o período de ano e meio após o 25 A que os governos governaram sem contestação ?Esta paz foi paga logo no inicio quando os baluartes do PC foram postos a salvo quando o perigo estava eminente.Isso é temporário e o PC voltará a governar a partir da rua mais 40anos como desde 25A

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