Economia Provedor de Justiça: “Não me parece que deva actuar" no caso dos incêndios, "mas estarei atento”
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Provedor de Justiça: “Não me parece que deva actuar" no caso dos incêndios, "mas estarei atento”

O Provedor de Justiça considera que o trabalho que está a ser feito pelo Parlamento e pelo Governo não justifica que ele próprio intervenha no cado do incêndio de Pedrógão Grande. Mas avisa que se manterá atento.
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Filomena Lança 25 de junho de 2017 às 19:42

Um sentimento de "dor profunda" por "ainda não termos, pelo menos minimamente resolvido este problema", lamenta José de Faria Costa, a propósito dos incêndios que mais uma vez assolaram o país, este ano com consequê

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comentários mais recentes
Anónimo 26.06.2017

A geringonça tem as mãos manchadas de sangue. A excessiva e injustificável folha salarial e pensionista do sector público, inexplicavelmente isenta de um sistema de mobilidade especial e despedimento na óptica das melhores práticas internacionais de gestão de recursos humanos, é responsável por num país de incêndios florestais graves todos os Verões, não se fazerem limpezas de segurança junto a vias de comunicação e aglomerados populacionais, nem existirem meios aéreos adequados de combate aos fogos.

Rui Sousa 25.06.2017

A Policia Judiciária enganou os Portugueses ao informar que a origem do incêndio foi um relâmpago das trovoadas secas. Cerca da 14:00 horas teve inicio o grande incêndio e as trovoadas secas só tiveram inicio ao fim da tarde. A PJ demonstrou preguiça em ir ao local investigar. Vergonha para PJ.

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