Economia Provedor não vê necessidade de intervir no caso dos incêndios de Pedrógão

Provedor não vê necessidade de intervir no caso dos incêndios de Pedrógão

Em entrevista ao Negócios e à Antena 1, José de Faria Costa adianta que, para já, não vê necessidade de intervir, tendo em vista o desempenho do Governo e do Parlamento. Mas avisa que estará atento.
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O Provedor de Justiça diz-se muito consternado com os incêndios que há uma semana deflagraram em Pedrógão Grande e vitimaram dezenas de pessoas.

José de Faria Costa, em entrevista ao Negócios e à Antena 1, lamenta que o país não tenha ainda conseguido resolver o problema dos incêndios que todos os anos atingem as florestas nacionais.

 

Considerando as diligências que estão a ser levadas a cabo pelo Executivo e também pela vontade demonstrada pelo Parlamento, de criar uma comissão técnica especializada para acompanhar o caso, o Provedor entende que não será necessária uma intervenção da sua parte.

No entanto, afirma, "é um direito fundamental de cidadania de estarmos atentos para que isso efectivamente aconteça. E eu estarei atento."

A entrevista será transmitida domingo na Antena 1 e publicada no Jornal de Negócios segunda-feira.




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mais votado surpreso 24.06.2017

Não incomodem sua excelência.Ele flutua sobre a inutilidade

comentários mais recentes
DJ viajante 25.06.2017

Este deve ser mais im adepto de Costa esta tudo bem. Os portugueses vao morrendo ns fritadeira socialists e ele vai sorrindo.

Sem Surpresas! 25.06.2017

Um Desprovedor ao serviço do Desgoverno. Enfim, a típica República popular socialista das Bananas!

Se ele diz estar atento podemos ficar 25.06.2017

descansados. Convém é de vez em quando fazer algum ruido, não vá tão excelsa autoridade pensar que o País dorme.

Camponio da beira 25.06.2017

64 mortes, alguns queimados vivos é um assunto que diz respeito a todos os cidadão sem excepção, embora a uns mais que outros. Não esquecer também, que qualquer cidadão por mais humilde que seja, pode um dia ser mais uma vitima dos muitos incompetentes que ocupam cargos de chefia neste pobre país.

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