Política PS aponta problemas técnicos aos diplomas do PSD sobre a Caixa
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PS aponta problemas técnicos aos diplomas do PSD sobre a Caixa

Os dois diplomas do PSD sobre a CGD que o Parlamento hoje discute têm inconsistências e estão mal fundamentados, acusa Paulo Trigo Pereira.
PS aponta problemas técnicos aos diplomas do PSD sobre a Caixa
Miguel Baltazar/Negócios
Bruno Simões 06 de dezembro de 2016 às 00:01

O Parlamento vai voltar a discutir esta terça-feira as propostas do PSD para aumentar o escrutínio dos gestores da Caixa Geral de Depósitos. Uma parte destas propostas já fora discutida no debate do Orçamento do Estado

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mais votado JCG 06.12.2016

(3/ 3)-
(por exemplo, por cada ponto de ultrapassagem do leque, agravamento em 0,20 p.p. das taxas), devendo a receita assim gerada ser atribuída à SS, uma parte para o fundo de desemprego e a outra parte para o fundo de pagamento de pensões de regimes contributivos.
Exemplo: no caso da CGD, em que se perspetiva uma remuneração do Macedo na ordem dos 634,5 mil euros anuais, o que representa 85 SMN, ou seja, ultrapassagem do parâmetro em 60 pontos, tal implicaria o agravamento da TSU e da taxa de IRC aplicáveis à CGD em 12 pontos percentuais.
O fundamento é óbvio: quem tem tanta generosidade para engordar alguns indivíduos também deve ter acrescida generosidade e responsabilidade social, porque, afinal, a CGD, tal como qualquer empresa, só existem porque inseridas numa sociedade e dependendo delas. No caso da CGD, o capital, e o custo com o seu financiamento, até é de todos os portugueses sendo estes que igualmente lhes alimentam os poveitos pagando preços alambazados.

comentários mais recentes
JCG 06.12.2016

(1/ 3)-
É confrangedora a incompetência, a incoerência e o manobrismo inconsequente de BE e PCP no referente à questão das remunerações excessivas.
É evidente que é possível desenvolver um conceito de remuneração (relativa) excessiva. Tendo em conta o padrão de salários no país, o salário mínimo nac., o leque salarial praticado na empresa, o custo com a formação do indivíduo suportado por ele próprio, e não esquecendo que um indivíduo sozinho não mantém uma empresa a funcionar, não faz o trabalho todo, e que vivendo em sociedade utiliza e beneficia do trabalho e esforço dos outros. Na realidade, no essencial da vida dependemos todos quase a 100% dos outros.
Também é certo que vivemos numa sociedade aberta em que medidas meramente proibitivas em certas matérias não têm eficácia e são contraproducentes porque geram outros problemas.
Como atacar o problema na óptica de partidos ditos de esquerda?
1º.Contribuir para a consciencialização do fenómeno e do processo que o gerou e alimentam;

JCG 06.12.2016

(2/ 3)-
2º.Pugnar (porpor; insistir) para que por lei as empresas sejam obrigadas a calcular e a divulgar a estrutura remuneratória que praticam, apurando o leque salarial em termos de múltiplos da remuneração mais alta sobre a mais baixa;
3º Introduzir em negociação sindical e em concertação social a discussão sobre as disparidades salariais e contribuir para a definição de um parâmetro máximo civilizado para o leque salarial, quer na empresa quer em termos de múltiplos do salário mínimo nacional (SMN);
4º Propor medidas de agravamento da TSU e do IRC para as empresas que ultrapassem os parâmetros definidos, por exemplo e consoante se trate de empresas com prejuizos ou lucros no ano anterior, 15 e 20 no caso do leque salarial interno na empresa, e 25 e 30 em termos de múltiplos do salário mínimo nacional;
5ª Definir uma tabela de agravamento de TSU e IRC em proporção com os pontos de ultrapassagem dos parâmetros definidos

JCG 06.12.2016

(3/ 3)-
(por exemplo, por cada ponto de ultrapassagem do leque, agravamento em 0,20 p.p. das taxas), devendo a receita assim gerada ser atribuída à SS, uma parte para o fundo de desemprego e a outra parte para o fundo de pagamento de pensões de regimes contributivos.
Exemplo: no caso da CGD, em que se perspetiva uma remuneração do Macedo na ordem dos 634,5 mil euros anuais, o que representa 85 SMN, ou seja, ultrapassagem do parâmetro em 60 pontos, tal implicaria o agravamento da TSU e da taxa de IRC aplicáveis à CGD em 12 pontos percentuais.
O fundamento é óbvio: quem tem tanta generosidade para engordar alguns indivíduos também deve ter acrescida generosidade e responsabilidade social, porque, afinal, a CGD, tal como qualquer empresa, só existem porque inseridas numa sociedade e dependendo delas. No caso da CGD, o capital, e o custo com o seu financiamento, até é de todos os portugueses sendo estes que igualmente lhes alimentam os poveitos pagando preços alambazados.

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