Política Monetária PS diz que anterior Governo teve "padrão" de esconder problemas antes de eleições

PS diz que anterior Governo teve "padrão" de esconder problemas antes de eleições

O porta-voz do PS, João Galamba, criticou hoje o que diz ter sido um "padrão" do anterior Governo face ao sistema financeiro, nomeadamente a Caixa Geral de Depósitos (CGD), escondendo problemas antes das eleições.
PS diz que anterior Governo teve "padrão" de esconder problemas antes de eleições
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 12 de dezembro de 2016 às 14:57

Nas últimas duas semanas, frisou Galamba à agência Lusa, duas notícias "vieram confirmar um padrão de comportamento do anterior Governo em relação ao sector financeiro e em particular à CGD": primeiro, apontou, o Tribunal de Contas acusou as Finanças de falta de controlo na CGD entre 2013 e 2015 (com PSD e CDS no poder), e hoje o Público noticia que o executivo só "despachou relatórios" sobre a entidade a 15 dias das eleições legislativas de 2015.

 

"O padrão parece ser óbvio: evitar reconhecer o problema aumentando, portanto, o problema, e tentar não perturbar o período pré-eleitoral, sacrificando com isso o banco e o erário publico", advogou João Galamba, para quem um "problema pode ficar escondido, mas seguramente não fica menor".

 

Pareceres da Inspecção-Geral das Finanças que mostravam um aumento das imparidades estiveram, segundo o Público de hoje, guardados durante seis meses, tendo os documentos sido despachados a duas semanas do sufrágio de 2015.

 

O actual Governo, diz o porta-voz do PS, "está a resolver os problemas no sector" financeiro, inclusive na Caixa, e, mesmo admitindo que "nem tudo foi perfeito" no processo do banco público, António Costa e o seu executivo têm "resolvido os problemas que o anterior Governo não resolveu ou até agravou".


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comentários mais recentes
PASSOS SEMPRE, SEMPRE IGUAL A ELE PRÓPRIO 12.12.2016

A faceta do anterior desgoverno PSD / CDS de esconder os problemas mais graves antes das eleições (e deixou muitos, varrendo-os para debeixo do tapete), falando, falsasamente, numa "saida limpa", essa faceta insere-se claramente no estilo da mentira pela mentira de Passos Coelho.

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