Política PS diz que há "muitíssimo para fazer" em 2017

PS diz que há "muitíssimo para fazer" em 2017

O membro do secretariado nacional do PS Porfírio Silva defendeu este domingo que em 2017 há "muitíssimo para fazer" para melhorar a economia e garantir os direitos dos cidadãos e destacou a contribuição do Presidente para a "paz social".
PS diz que há "muitíssimo para fazer" em 2017
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 01 de janeiro de 2017 às 22:28

O PS considerou que, na sua mensagem de Ano Novo, Marcelo Rebelo de Sousa foi "muitíssimo claro: fizemos muito do que tínhamos para fazer, temos muitíssimo para fazer".

"O PS tem perfeita consciência de que 2016 não foi um ano em que por milagre tivéssemos resolvido todos os problemas do país, temos de continuar e a mensagem do senhor Presidente da República sublinha essa continuidade, as condições para essa continuidade. O PS está firmemente empenhado em acompanhar a mensagem do senhor Presidente da República", declarou Porfírio Silva, em declarações aos jornalistas na sede do PS, em Lisboa.

Este ano, sublinhou, é necessário "continuar a dar passos na construção de uma sociedade decente, onde uma economia melhor vá de par com a melhor garantia dos direitos dos cidadãos, onde empresas mais fortes sejam sinónimo de melhores empregos" e onde se faça mais "pelo combate às desigualdades injustas e pela erradicação da pobreza".


"O Partido Socialista saúda a determinação evidenciada pelo Presidente da República em contribuir para um clima de serenidade e de paz social, tão importante para que nos mobilizemos todos para que 2017 seja mais um ano de trabalho consequente em prol do progresso e do desenvolvimento do país e para que os frutos desse progresso e desenvolvimento sejam partilhados de forma justa por todos os portugueses", afirmou o membro do secretariado nacional.


O também deputado socialista apontou também que, no seu discurso, Marcelo Rebelo de Sousa "valoriza a coesão nacional e sublinha a partilha de valores fundamentais" pelos portugueses.


Porfírio Silva referiu depois que o antigo primeiro-ministro português, António Guterres, que hoje iniciou o seu mandato como secretário-geral das Nações Unidas, lançou um apelo à paz, uma ideia que o Presidente também referiu, com a necessidade de "construir uma paz concreta, que as pessoas sintam não como uma palavra, mas como realizações práticas que modifiquem a vida de todos".


"A mensagem do Presidente da República é muito importante na medida em que sublinha essa necessidade, numa democracia onde há projectos diferentes, ideias diferentes, pontos de vista diferentes, mas podemos ter tudo isso e no entanto convergirmos nessa mobilização para um 2017 onde continuemos o trabalho que temos de fazer", destacou o responsável socialista.


O Presidente da República descreveu hoje 2016 como o da "gestão do imediato" e desejou mais "crescimento económico" em 2017, no seu discurso de primeiro dia do ano, em Lisboa, reconhecendo "pequenos passos", mas "muito por fazer".


"2016 foi o ano da gestão do imediato, da estabilização política e da preocupação com o rigor financeiro. 2017 tem de ser o ano da gestão a prazo e da definição e execução de uma estratégia de crescimento económico sustentado. Aprendendo a lição de que, no essencial, tivemos sucesso quando nos unimos", disse Marcelo Rebelo de Sousa, na sala das bicas do Palácio de Belém.




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comentários mais recentes
eduardo.santos 02.01.2017

SEM ALTERAÇÃO . . -- Até agora entreteram-se a desfazer o que estava feito e que estava bem feito ---- depois de agora vão fazer mais dividas e depois saltam para serem substituídos por outros que terão de fazer o mesmo

Pois Há 02.01.2017

Há que dar à sola ,o preço dos combustíveis vão ficar proibitivo para alimentar a corja e os reformados daqui a 5 anos é só aos 80 tirando os príncipes q se reformam aos 50 isto num pais de iguais e de democracia feito e ai de quem diga que isto não é povo onde é que está o povo que soidades!

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