Economia PS e Bloco querem ainda mais dividendos do banco central
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

PS e Bloco querem ainda mais dividendos do banco central

O Banco de Portugal não deve fazer mais provisões para risco das compras de dívida. Se assim for, além de baixar o défice este ano, como já terá ocorrido, voltará a fazê-lo em 2018 e 2019, garantindo depois uma receita de 875 milhões por ano até 2023. Esta é uma de quatro medidas propostas para alivar o custo da dívida.
PS e Bloco querem ainda mais dividendos do banco central
João Galamba, porta-voz do PS, é um dos autores do relatório sobre a redução da dívida pública elaborado pelo grupo de trabalho que junta socialistas e bloquistas.
Miguel Baltazar/Negócios
Rui Peres Jorge 28 de abril de 2017 às 06:00

É o relatório mais aguardado dos vários grupos de trabalho criados entre PS e Bloco de Esquerda e por boas razões: a redução da dívida pública é um dos grandes desafios nacionais para os

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais

A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

8 concelhos, incluindo aglomerados populacionais isolados, fora de grandes áreas metropolitanas com concelhos conurbados, como a Covilhã, Aveiro e Chaves, sem INEM à noite. Os custos do excedentarismo na administração pública incluem cortar onde não se deve mas é mais fácil cortar, para manter excedentários de carreira sindicalizados cujo posto de trabalho já nem sequer se justifica, mas que não podem ser legalmente despedidos.

CS Há 3 semanas

Um verdadeiro rasgo de genialidade! Este tipo é mesmo muito bom!

Conselheiro de Trump Há 3 semanas

Olha o galgo chipado a copiar o bpi.Fiquei incredulo:um banco q da prejuizos que ultrapassam largamente os 100.000.000 de euros e da bonus ao seus trababalhadores tendo como base 300 euros mas sem tecto.Impressionante:como o pres.do euroBURRO mimico aritmetico poe estes deliquentes a delirar,foda-se

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
Notícias Relacionadas
pub
pub
pub