Economia PSD e CDS querem combate europeu ao desemprego alargado à UE

PSD e CDS querem combate europeu ao desemprego alargado à UE

Os partidos que suportam o Governo entregaram três propostas de alteração ao projecto de resolução do PS sobre adenda ao crescimento.
Os partidos da direita parlamentar querem alterar três alíneas do projecto inicial do PS para criar uma adenda sobre crescimento ao tratado orçamental.
Segundo estas propostas, mantém-se inalterado o ponto principal do projeto de resolução do PS, que recomenda ao Governo "que, em nome de Portugal, proponha e apoie medidas de natureza institucional e políticas que vinculem juridicamente os Estados-membros da União Europeia e que conformem uma agenda de crescimento e de criação de emprego na União Europeia, designadamente através da aprovação de um acto adicional ou de um tratado complementar ao Tratado sobre Estabilidade, Coordenação e Governação na União Económica e Monetária".

A maioria PSD/CDS-PP propõe que, na alínea h) do ponto 1.1 do projeto do PS, seja retirada a recomendação para que seja definido "um regime jurídico que imponha a separação entre bancos comerciais e bancos de investimento", mantendo-se a proposta de "construção de um sólido sistema de supervisão bancária a nível europeu".

Por outro lado, na alínea de) do ponto 1.2, PSD e CDS-PP propõem que seja eliminado o "lançamento de obrigações pelo Banco Europeu de Investimento", passando a constar apenas o "reforço de capitalização do Banco Europeu de Investimento, aumentando a capacidade de investimento nas áreas referidas", sendo estas a energia, os transportes, as redes digitais e equipamentos sociais.

A terceira alteração que maioria PSD/CDS-PP propõem é a exclusão, na alínea e) do ponto 1.2, da referência aos "Estados-membros sob assistência financeira externa", aplicando-se a recomendação feita nesta alínea a toda a União Europeia: "No quadro das políticas já existentes, implementação de programas e políticas específicas de crescimento e de criação de emprego, mobilizando para isso, se necessário, novos recursos, para os Estados-membros sob assistência financeira externa".




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Acordado. 23.05.2012

Será porque o BEI não alinha em regabofes?

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