Política Cristas: Quando fui ministra não aconteceu nenhuma tragédia com estas proporções  

Cristas: Quando fui ministra não aconteceu nenhuma tragédia com estas proporções  

"Agora, o que lhe posso dizer é que, nos anos em que eu estive ministra da Agricultura, não aconteceu nenhuma tragédia em Portugal com estas proporções. E, portanto, não confundamos as pessoas, não confundamos os portugueses", completou a presidente do CDS-PP.
Cristas: Quando fui ministra não aconteceu nenhuma tragédia com estas proporções  
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 18 de outubro de 2017 às 22:08

A presidente do CDS-PP afirmou hoje que, quando foi ministra da Agricultura, "não aconteceu nenhuma tragédia em Portugal com estas proporções", defendendo-se assim das críticas que lhe fazem pelas políticas que adoptou enquanto governante responsável pelas florestas.

 

Assunção Cristas falava aos jornalistas no Palácio de Belém, em Lisboa, após ter sido recebida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a seu pedido, com carácter de urgência, na sequência dos incêndios que deflagraram no domingo e provocaram, pelo menos, 42 mortos.

 

Questionada sobre as suas responsabilidades enquanto ministra da Agricultura, respondeu: "Todos teremos certamente muito para dizer sobre o que fizemos, o que pudemos fazer ou não pudemos fazer e sobre aquilo que deixou de ser feito, e eu já tive oportunidade de o dizer publicamente".

 

"Agora, o que lhe posso dizer é que, nos anos em que eu estive ministra da Agricultura, não aconteceu nenhuma tragédia em Portugal com estas proporções. E, portanto, não confundamos as pessoas, não confundamos os portugueses", completou a presidente do CDS-PP.

 

Assunção Cristas esteve reunida com o chefe de Estado durante cerca de uma hora, acompanhada pelo líder parlamentar e vice-presidente do CDS-PP Nuno Magalhães e pelo presidente da Mesa do Conselho Nacional do partido, Telmo Correia.

 

Na segunda-feira, a presidente do CDS-PP pediu uma audiência com carácter de urgência ao Presidente da República a propósito dos incêndios que deflagraram no domingo.

 

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram 42 mortos e cerca de 70 feridos, mais de uma dezena dos quais graves.

 

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

 

O Governo decretou três dias de luto nacional, entre terça-feira e quinta-feira.

 

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, em junho, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 mortos e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia deste fogo.

 




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mais votado Desanimado Há 1 dia

Ahahahahahahaha.Não aconteceu, porque tiveste uma grande sorte, ou por acaso o teu governo criou algumas condições diferentes das que existem agora? Grande lata!!!
O costume não é agrobetazinha, o último governo que estiver em funções se tiver o azar de acontecer alguma desgraça paga por todos os governos anteriores que igualmente nada fizeram, mas que foram muito competentes porque tiveram a sorte de não acontecer nenhuma desgraça. Tenham vergonha!!!

comentários mais recentes
Anónimo Há 4 semanas

Como queria ela que houvesse incêndios no tempo dela se estava num (des) governo em que fazia as jogadas certas.

Grande lavadeira como o omo Há 22 horas

Ao fazer cortes andou a preparar o terreno. E não fez cumprir a lei dos terrenos de mato em volta das casas.

Jorge Há 1 dia

Com Cristas na agricultura, não há fogos com fartura!

TinyTino Há 1 dia

Que asco de pessoa. a floresta, as pessoas, e os meios são iguais. Se alguma coisa este traste fez foi liberalizar o plantio de eucalipto piorando ainda mais a situação que existia. Tenha vergonha na cara e demita-se da liderança do CDS.

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