Orçamento do Estado Quanto custam as 492 mexidas da geringonça no OE?
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Quanto custam as 492 mexidas da geringonça no OE?

O Parlamento começa esta quarta-feira a discutir na especialidade o OE e as propostas de alteração. Só os partidos da geringonça e o PAN entregaram quase 500 mudanças. O seu impacto orçamental não é conhecido.
Quanto custam as 492 mexidas da geringonça no OE?
Pedro Elias
Marta Moitinho Oliveira 22 de novembro de 2017 às 08:00

É uma pergunta para um milhão de dólares. Os partidos da geringonça não conseguem ainda dar uma resposta à pergunta sobre quanto custam as propostas de alteração ao Orçamento do Estado que )

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Pudera. Ao longo dos anos, a governação em Portugal tem sido sempre isto. Alterar orçamentos e medidas fiscais e de despesa pública, como se daí viesse crescimento económico de longo prazo para o país. Em vez de acordarem num rumo comum e gerirem quadros estáveis para fomentarem o crescimento económico de longo prazo e a acumulação de riqueza que são as verdadeiras fontes da riqueza das nações, os nossos políticos passam o tempo a "fazer leis" e a alterar as expetativas dos agentes económicos. Sinceramente, não me admira porque por deformação profissional, os advogados e os funcionários públicos administrativos (que constituem a maior parte dos nossos políticos mais relevantes), são pessoas quase sempre nenhuma experiência nas atividades da "economia real" e que acham que trabalhar é "fazer e aplicar decretos-leis". E não julguem que isto é uma crítica a este governo. É transversal a todos, porque a governação em Portugal tem sido sempre isto.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Pudera. Ao longo dos anos, a governação em Portugal tem sido sempre isto. Alterar orçamentos e medidas fiscais e de despesa pública, como se daí viesse crescimento económico de longo prazo para o país. Em vez de acordarem num rumo comum e gerirem quadros estáveis para fomentarem o crescimento económico de longo prazo e a acumulação de riqueza que são as verdadeiras fontes da riqueza das nações, os nossos políticos passam o tempo a "fazer leis" e a alterar as expetativas dos agentes económicos. Sinceramente, não me admira porque por deformação profissional, os advogados e os funcionários públicos administrativos (que constituem a maior parte dos nossos políticos mais relevantes), são pessoas quase sempre nenhuma experiência nas atividades da "economia real" e que acham que trabalhar é "fazer e aplicar decretos-leis". E não julguem que isto é uma crítica a este governo. É transversal a todos, porque a governação em Portugal tem sido sempre isto.

A geringonça foi uma dádiva de Deus. Há 2 semanas

A direi-talha não pergunta quanto custou as quadrilhas dos assaltos aos bancos aos portugueses e os desvios para ofehores e submarinos,que a direi-talha tenta lavar mas o povo não os vai esquecer.O governo da geringonça é o mais transparente do mundo,porque é discutido por todos com verdade.

Anónimo Há 2 semanas

A economia portuguesa, subjugada às vontades de revolucionárias mentalidades reinantes presas a um passado tão longínquo que parece o de outro mundo e ao peculiar sistema político-legal em vigor que dali resultou, frontalmente anti-mercado, delirantemente marxista, obtusamente proteccionista, irresponsavelmente keynesiano, convenientemente neoludita e criminosamente corrupto, não consegue criar condições para atrair o melhor e mais adequado talento e capital disponível a cada momento no mercado de factores externo, nem tão pouco fixar o que cá vai sendo gerado. Os custos desta ignóbil imprudência, assente na extracção de valor e avessa à criação daquele, são sobejamente conhecidos. observador.pt/2017/11/02/economia-portuguesa-esta-presa-por-quatro-grandes-arames/

Mr.Tuga Há 2 semanas

"poucochinho"....

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