Economia Quem perde e quem ganha com a ameaça do ébola
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Quem perde e quem ganha com a ameaça do ébola

O ébola ainda não é uma pandemia, mas os receios já se espalharam. Um nervosismo que os investidores reflectiram no mercado. Se há títulos que acabam por ser afectados, há outros estão a beneficiar do vírus.
Quem perde e quem ganha com a ameaça do ébola
Bloomberg
André Tanque Jesus 30 de outubro de 2014 às 00:01

O alastrar do vírus do ébola começou na Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri. Mas o que era exclusivo de África, muitos temem que possa tornar-se numa pandemia. O vírus já chegou aos EUA

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comentários mais recentes
Anónimo 30.10.2014

O dinheiro vai para as reformas dos Durões Barrosos do mundo. Gajos que não merecem ganhar um centésimo do que ganham. No século XXI e ainda não nos convencemos que se estes cargos não existissem, a vida de todos nós era exatamente igual. Só eles ganhavam menos. Os políticos não fazem nada pelos povos. Os povos é que fazem pelos políticos. E enquanto o ébola matava 'pretos' em África, a troika cobrava juros inadmissíveis que levavam milhões de pessoas para uma vida pior. Agora que o ra bo de todos apertou, veremos em quanto tempo se arranja uma vacina. Não adianta, senhores políticos, não será de ébola mas daqui a uns tempos, para todos nós, vocês incluídos, é como se fosse.

Anónimo 30.10.2014

Não quero nem pensar que se usa uma doença mortífera por questões financeiras! No entanto à uns anos atras (poucos) fomos alertados com a pandemia da gripe das aves. Todoos os países se preveniram com vacinas e tudo não passou de um alarido economicista.

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