IVA Redução do IVA das bebidas? Governo em silêncio
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Redução do IVA das bebidas? Governo em silêncio

O compromisso consta do Orçamento do Estado para 2017, através de uma autorização legislativa, mas o Governo nada diz sobre se pretende avançar e quando, escreve o Público na sua edição desta quarta-feira, 31 de Maio.
Redução do IVA das bebidas? Governo em silêncio
Negócios 31 de maio de 2017 às 09:05

Depois de ter avançado com uma redução para os 13% da taxa de IVA na restauração, mas de ter mantido na taxa normal de 23% a generalidade das bebidas, o Governo incluiu no Orçamento do Estado para 2017 uma autorização legislativa no sentido de vir a alargar a descida às restantes bebidas. Condiciona, no entanto, essa descida às conclusões do grupo de trabalho interministerial criado precisamente para monitorizar as mexidas no IVA da restauração.

 

Este grupo, escreve o jornal Público na sua edição desta quarta-feira, 31 de Maio, ficou de apresentar relatórios de seis em seis meses, mas até agora, e apesar de terem passado dez meses desde a alteração ao IVA na restauração, nenhum relatório é conhecido.

 

Ao jornal, o Ministério das Finanças responde que o trabalho está a ser feito, mas não levanta o véu sobre se a descida para as bebidas avança ou se ficará pelo papel.

 

E não é provável que aconteça para já, uma vez que, lembra o Público, as leis com impacto na vida das empresas só devem produzir efeitos duas vezes por ano, a 1 de Janeiro e a 1 de Julho, precisamente uma decisão do actual Governo.

 

A descida do IVA na restauração foi, recorde-se, uma das bandeiras de António Costa que, no entanto, acabaria por ficar incompleta, já que apenas abrangeu a alimentação e algumas bebidas, como a água.

 

De acordo com números divulgados recentemente pelo Negócios, a descida do imposto não se reflectiu numa descida dos preços. O sector regista, no entanto, um aumento do emprego, não sendo possível, porém, estabelecer uma relação directa entre uma coisa e outra. 




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mais votado Anónimo 31.05.2017

Outra calinada? mas este Costa não sabe mesmo o que é a restauração!... é incrível a ignorância deste gente! como se pode chegar a primeiro ministro sem um mínimo de conhecimentos sobre um país e suas gentes? A restauração sempre foi e sempre será o sector onde mais se foge aos impostos! quem não sabe isto não sabe nada. Será preciso fazer-lhe um desenho? Já pensaram em baixar o IRS, ficando assim as pessoas com mais dinheiro disponível e poderem pagar mais IVA na restauração? as fugas são sempre as mesmas... se pudessem até punham o estado a pagar-lhes ainda pelo facto de terem as portas abertas!

comentários mais recentes
Anónimo 31.05.2017

Outra calinada? mas este Costa não sabe mesmo o que é a restauração!... é incrível a ignorância deste gente! como se pode chegar a primeiro ministro sem um mínimo de conhecimentos sobre um país e suas gentes? A restauração sempre foi e sempre será o sector onde mais se foge aos impostos! quem não sabe isto não sabe nada. Será preciso fazer-lhe um desenho? Já pensaram em baixar o IRS, ficando assim as pessoas com mais dinheiro disponível e poderem pagar mais IVA na restauração? as fugas são sempre as mesmas... se pudessem até punham o estado a pagar-lhes ainda pelo facto de terem as portas abertas!

Mr.Tuga 31.05.2017

Estes xuxas e geringonços DESPESISTAS RUINOSOS são uma VERGONHA!

Baixar IVA ao sector que mais ROUBA O FISCO e paga salarios mer** ?!?
Ainda por cima para beneficiar em particular os estranjas que alapam o cagueiro nas esplanadas....

TugaLândia paraiso para tusristas!
INFERNO pro tuga!

ANTONIO CASMARRINHA 31.05.2017

tanta preocupação com a redução do IVA nas bebidas servidas na restauração, pena é que não se escreva e pressione o governo para acabar com a vergonha, a injustiça que é a aplicação da taxa de 23% de IVA a um bem de primeira necessidade como é a electricidade.

joao 31.05.2017

O setor da restauração primeiro demonstre que está a diminuir a fuga aos impostos. Julgo que mesmo se tendo diminuido 10% na taxa de IVA nada melhorou na fuga, pelo contrário, e nesse sentido o governo deve ter dados objetivos, de forma a só dar mais esta benesse se este setor começar a cumprir

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