Impostos Restaurantes, hotéis e imóveis são prioridades do Fisco para 2017
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Restaurantes, hotéis e imóveis são prioridades do Fisco para 2017

As acções de inspecção conjuntas, que envolvam outras entidades como a ASAE ou a Segurança Social são uma das prioridades do Fisco para este ano. Os sectores de actividade preferenciais vão desde os cabeleireiros às oficinas de carros, passando pela restauração, alojamento e obras.
Restaurantes, hotéis e imóveis são prioridades do Fisco para 2017
Miguel Baltazar
Elisabete Miranda 10 de março de 2017 às 00:01

Pôr os fiscais na rua, a controlar as mercadorias em circulação e a bater inesperadamente à porta das empresas, através de acções conjuntas com outras entidades como a Segurança Social, a inspecç

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Ainda bem que as grandes sociedades de advogados e as empresas de construção civil ficam de fora. Ufa! Assinado: José Uría Proença Castelo Branco Júdice Teixeira Engil Duarte Mota

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Mr.Tuga Há 2 semanas

FAZ TODO SENTIDO!!!!!!!!!!!!!!!

São os que mais fogem ao fisco! Prejudicando o cá os restantes contribuintes do burgo....

gbfabiao Há 2 semanas

O Sr. António diz para deixar em paz os cabeleireiros, que não é com isso que vão conseguir muito. Isso representa tudo o que está errado com a nossa sociedade em termos fiscais. Acham sempre muito bem que apenas se exija aos outros o cumprimento e argumentam que o deles não porque é pouco e não faz diferença. O pior é que assim há muitos "poucos" que junto daria para resolver grande parte dos problemas, não tendo assim uns pagar muito para que outros não paguem nada.
Quer o IVA quer o IRS dos cabeleireiros e todas as outras actividades devem ser controladas, ponto final.

António Há 2 semanas

Deixem os cabeleireiros em paz que não é com o IVA de um corte de cabelo que se resolvem os problemas financeiros deste país. Quanto ao resto, há que atacar e em força, em especial a chupice dos restaurantes. Mesmo que o IVA viesse para zero, continuariam a fugir às faturas. Está-lhes no sangue.

Anónimo Há 2 semanas

Os taxistas continuam de fora. Deve ser o sector onde há mais fuga fiscal.

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