IRS Rocha Andrade: é urgente baixar IRS para o segundo escalão em 2017
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Rocha Andrade: é urgente baixar IRS para o segundo escalão em 2017

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais admitiu à Antena 1 que a taxa de 28,5% de IRS que se aplica a quem tem rendimentos anuais entre 7.035 e 20.100 euros é “muito pesada” e é urgente corrigi-la já no próximo ano.
Rocha Andrade: é urgente baixar IRS para o segundo escalão em 2017
Miguel Baltazar
Bruno Simões 23 de dezembro de 2016 às 13:28

Fernando Rocha Andrade assumiu, numa entrevista à Antena 1 emitida esta manhã, que a taxa de IRS que se aplica ao segundo escalão de rendimentos (que em 2017 se aplica a quem aufere entre 7.091 e 20.261 euros anuais) é "muito pesada" e admite que a respectiva redução "é uma das principais urgências" do Governo para o próximo ano. O governante defende ainda o levantamento do sigilo bancário.

 

A taxa de "28,5% logo a partir dos 7 mil euros de rendimento tributável é uma taxa muito pesada em termos comparativos e cremos que essa é uma das principais urgências" para 2017, afirmou Rocha Andrade aos microfones da rádio pública. O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais disse ainda que se pudesse reduzir algum imposto, a escolha recairia no IRS.

Recorde-se que os contribuintes que estão no segundo escalão já vão ficar dispensados de pagar a sobretaxa de IRS a 1 de Janeiro de 2017. Em causa estão 1,1 milhões de contribuintes.

 

Rocha Andrade defendeu a comunicação anual ao Fisco dos saldos bancários dos residentes no país, medida que foi vetada pelo Presidente da República. "Continuo a entender que um reforço dos poderes da Autoridade Tributária no acesso a dados financeiros, naquele modelo ou noutro semelhante, se justifica, e é o que acontece na grande maioria dos países europeus", justificou.

 

A proposta que chegou a Marcelo Rebelo de Sousa previa uma comunicação anual sempre que os saldos bancários ultrapassassem 50 mil euros. O Presidente chumbou-a por "patente inoportunidade política".

 

O governante afastou a necessidade de renegociar a dívida. "Não é preciso reestruturar a dívida para baixar os juros". O que é preciso é "ir dando aos mercados os sinais de que Portugal é um país em que se pode confiar no cumprimento das obrigações".




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comentários mais recentes
Anónimo 23.12.2016

OH "CAMARADA"
FAZ UM ESFORÇO LOUVÁVEL, MAS ESTA DO ROUBO, JÁ NÃO PEGA!
AINDA NÃO PERCEBEU?
É CLARO QUE PODE SEMPRE INSISTIR, ATÉ O DIABO O OUVIR.


PS – PCP – BE –V -CGA
ROUBAM CASA
ROUBAM CARRO
ROUBAM BICICLETA
ROUBAM MULHER
ROUBAM CAPLANA
ROUBAM RÁDIO COM ESCULTADOR
ROUBAM SPORTÊ
ROUBAM BENFIQUÊ
ROUBAM TUDO!

PSD/CDS NÃO ROUBAM NADA MAS VÃO Á RABADILHA DE NÓS QUANDO ESTÃO NO GOVERNO!

PARA QUEM GOSTA É MUITO BOÉ!

Resposta de Anónimoa Anónimo 23.12.2016

cala-te IGNORANTE!!!

O Dezuito! 23.12.2016

Afirmaçoes que só servem para Limpar o rabo com água de malvas ao BE e PCP que já começam a manifestar algum desagrado com Costa e seus mochachos. Só baixar o défice nao basta, embora necessário! A dívida publica voa cada vez mais alto, a economia rasteja. É preciso satisfazer a gula de muitos.

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