Cultura Rock in Rio Lisboa terá passe para o fim-de-semana com preços de 99 euros e 117 euros

Rock in Rio Lisboa terá passe para o fim-de-semana com preços de 99 euros e 117 euros

A edição do próximo ano do Rock in Rio Lisboa, além de decorrer no final do mês de Junho, terá passes de fim-de-semana.
Rock in Rio Lisboa terá passe para o fim-de-semana com preços de 99 euros e 117 euros
Lusa 25 de setembro de 2017 às 08:45
A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de Junho de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

A informação foi confirmada à Lusa pela directora do Rock in Rio, Roberta Medina.

"Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim-de-semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada", explicou.

"O perfil do Rock in Rio não é igual ao de outros eventos que costumam ter passe para o fim-de-semana, mas parte do público pede isto há muitos anos, então decidimos fazer", acrescentou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a directora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspectos culturais e atracções.

"O Pop District vai levar para o Rock in Rio Lisboa arte, cinema, games e tudo o que as pessoas amam da cultura pop. (...) O palco será o Digital Stage, terá música e também performances de youtubers e influenciadores", contou a executiva.

Fazendo uma avaliação da 17.ª edição do Rock in Rio, que terminou na madrugada de hoje na cidade brasileira do Rio de Janeiro, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

"A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (...). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites", afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

"Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor", apontou.

"É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (...). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reacção é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio", concluiu Roberta Medina.



A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Mr.Tuga 25.09.2017

A CAGADEIR*A FALIDA tuga recordista do concertos !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Uma TRAMPA INUTIL! Que faz sair muitos MILHOES da cagadeir*a e que é um CRIME AMBIENTAL patrocinado com os nossos IMPOSTOS!
TugaLândia recordista de INUTILIDADES!

Anónimo 25.09.2017

para ver ums drogados aos saltos? muito caro...vou comer uma lagosta!