Conjuntura Rogoff: "É muito pouco comum Portugal não ter tido um perdão de dívida"
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Rogoff: "É muito pouco comum Portugal não ter tido um perdão de dívida"

Professor de Economia de Harvard, Kenneth Rogoff argumenta que a Europa ainda poderá enfrentar choques difíceis de ultrapassar.
Rogoff: "É muito pouco comum Portugal não ter tido um perdão de dívida"
Nuno Aguiar 06 de junho de 2017 às 00:01

Há alguns anos era um pessimista sobre o futuro da Europa. Como vê a situação europeia actual?
Não vejo um futuro para o euro que não envolva maior integração orçamental,

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 06.06.2017

Hoje em dia a UE já faz transferências e concede ajudas e financiamentos aos Estados-Membros menos ricos e desenvolvidos. No futuro, com uma UE federal com um orçamento maior e mais competências políticas a nível federal, mais direitos (como mais transferências para os Estados e economias que têm menos, e mais e melhor cidadania europeia) implicarão ainda mais deveres (como reformas adequadas feitas na íntegra e de forma atempada) para cada Estado-Membro. Esses deveres, tantas vezes referidos por instituições como a Comissão Europeia, o FMI e a OCDE de forma quase informal e geralmente inconsequente, hoje em dia não são cumpridos. Com uma UE federal existirão meios e ferramentas para que as reformas, os deveres, avancem no seu tempo e Estados-Membros como Portugal e a Grécia não se desleixem e atrasem tanto por força dos seus políticos eleitoralistas mais irresponsáveis, dos seus sindicalistas chantagistas mais fundamentalistas e dos seus banqueiros criminosos mais extorsionários.

comentários mais recentes
policia e gnr velhinhos 60 anos reformados S/corte 06.06.2017

POUCO COMUM É APLICAR LEIS DO FASCISMO EM DEMOCRACIA

OS TUGAS SÓ SABEM FALAR NA MESA DO CAFÉ

Anónimo 06.06.2017

Isto de ajudas e perdão e transferências nem sempre funciona depende do rigor do governante Se vai utilizar esse dinheiro para comprar votos é perda de tempo .

O Plano Marshall teve 13 000 milhões de dólares a época foram os ingleses e os franceses que mais receberem muitos menos a Alemanha e a Itália Mas os resultados foram inversos sucesso absoluto na Alemanha e Itália A UK era os que mais recebia e era o que tinha piores resultados .

Nunca acreditei no dinheiro dos outros defendo se os alemães cá colocarem dinheiro sejam eles a mandar .

Anónimo 06.06.2017

Rogoff é co-autor de um estudo que conclui que economias sujeitadas a dívidas públicas excessivas em relação ao nível de criação de valor que conseguem alcançar empobrecem, atrasam-se e perdem autonomia com todos os graves danos para a sociedade que essa situação implica em termos de equidade. Ele sabe do que fala quando fala de dívida pública. Do mesmo modo e seguindo as mesmas conclusões e linha de pensamento, ele defende maior flexibilidade das regras laborais, combate ao excedentarismo, a criação de uma sociedade sem numerário e a reformulação do sistema público de prestações sociais que actualmente é insustentável porque se tornou num esquema em pirâmide. https://www.project-syndicate.org/commentary/dangers-of-paper-currency-by-kenneth-rogoff-2016-09

Anónimo 06.06.2017

Hoje em dia a UE já faz transferências e concede ajudas e financiamentos aos Estados-Membros menos ricos e desenvolvidos. No futuro, com uma UE federal com um orçamento maior e mais competências políticas a nível federal, mais direitos (como mais transferências para os Estados e economias que têm menos, e mais e melhor cidadania europeia) implicarão ainda mais deveres (como reformas adequadas feitas na íntegra e de forma atempada) para cada Estado-Membro. Esses deveres, tantas vezes referidos por instituições como a Comissão Europeia, o FMI e a OCDE de forma quase informal e geralmente inconsequente, hoje em dia não são cumpridos. Com uma UE federal existirão meios e ferramentas para que as reformas, os deveres, avancem no seu tempo e Estados-Membros como Portugal e a Grécia não se desleixem e atrasem tanto por força dos seus políticos eleitoralistas mais irresponsáveis, dos seus sindicalistas chantagistas mais fundamentalistas e dos seus banqueiros criminosos mais extorsionários.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub