Saiba quais os cursos superiores com mais e menos emprego
25 Julho 2011, 17:26 por Marlene Carriço | marlenecarrico@negocios.pt
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Até dia 17 de Agosto, milhares de estudantes vão decidir o seu futuro profissional, preenchendo a candidatura ao Ensino Superior. O leque de escolhas é alargado, estando disponíveis 54.068 vagas de licenciatura, distribuídas por um total de 1.181 cursos. Saiba quais os cursos com melhores condições de empregabilidade e aqueles que apresentam níveis mais elevados de desemprego. Veja aqui todos os dados.
Até dia 17 de Agosto, milhares de estudantes vão decidir o seu futuro profissional, preenchendo a candidatura ao Ensino Superior. O leque de escolhas é alargado, estando disponíveis 54.068 vagas de licenciatura, distribuídas por um total de 1.181 cursos.

A candidatura, pela primeira vez este ano, tem que ser feita exclusivamente online, no portal da Direcção Geral do Ensino Superior e os resultados da primeira fase são conhecidos a 19 de Setembro, dia em que começa a segunda fase de candidaturas que se prolonga até ao final desse mês.

Os cursos são muitos e variados e, na hora de escolher, a perspectiva de emprego é um dos critérios a ter em conta pelos jovens estudantes. O Negócios dá-lhe a conhecer quais os cursos com melhores condições de empregabilidade e, por outro lado, aqueles que apresentam níveis mais elevados de desemprego.

A Lista em baixo está organizada por ordem alfabética para facilitar a pesquisa.






Nota metodológica: Os dados tratados pelo Negócios foram retirados do estudo “A procura de emprego dos diplomados com habilitação superior – 2010” do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI). Neste estudo são publicados os números de diplomados por cursos (públicos e privados), com número de diplomados por ano igual ou superior a 20 alunos, nos anos 2006/07, 2007/08 e 2008/09, em Portugal Continental, bem como o número de inscritos nos centros de emprego a Dezembro de 2010 com diploma concluído num desses três anos lectivos. O Negócios eliminou os bacharelatos e os mestrados, cingindo-se às licenciaturas e nos casos em que havia para a mesma universidade ou politécnico um mesmo curso pré e pós Bolonha, somou-se o número de diplomados num e noutro e o número de pessoas inscritas no centro de emprego com esses cursos e calculou-se assim a taxa de desemprego. Alguns destes cursos podem já não existir, por terem sido entretanto extintos. O oposto também acontece. Depois de 2008/2009 surgiram novos cursos que ainda não estão aqui desagregados. O Negócios sublinha que alguns dos valores publicados no trabalho que saiu no jornal de quinta-feira podem não ser os mesmos que aqui aparecem, pelo facto de naquele "ranking" não se ter somado os diplomados e desempregados com o mesmo curso pré e pós Bolonha. Os dados estavam em bruto.

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