Economia Seca: Alentejo interior recebe 40 milhões para abastecimento de água

Seca: Alentejo interior recebe 40 milhões para abastecimento de água

O ministro do Ambiente disse hoje, em Vila Nova de Gaia, que estão a ser investidos 40 milhões de euros para assegurar o abastecimento de água a todo o Alentejo interior.
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Lusa 20 de novembro de 2017 às 14:13

"É uma das zonas do país onde a seca é mais evidente, onde menos chove, e onde contamos já no próximo verão ter, por exemplo, a ligação da Alqueva até Mértola a funcionar em pleno e, dessa forma, sossegar bastante um conjunto muito significativo de portugueses", afirmou João Pedro Matos Fernandes.

 

O ministro do Ambiente falava aos jornalistas, na Estação de Tratamento de Água de Lever, no final de uma aula sobre a seca que se vive em Portugal e sobre poupança de água a alunos do primeiro ciclo de uma escola de Gaia.

 

Matos Fernandes salientou que neste momento estão a ser investidos no círculo urbano da água, financiados pelo Ministério do Ambiente, "cerca de 400 milhões de euros em todo o país, num sector que nos últimos 20 anos investiu mais de 10 mil milhões de euros, seja na parte do abastecimento de água, na recolha e tratamento de fluentes".

 

Garantindo que "no momento não existe o risco" de aumentar o preço da água para os consumidores, o ministro referiu que Portugal tem "uma infra-estrutura muito robusta de estações de tratamentos que estão capazes de tratar água mesmo quando ela tem uma maior quantidade orgânica".

 

Contudo, Matos Fernandes disse ser "evidente que quando a água bruta, ou seja, na origem, tem menor qualidade é indispensável gastar mais energia e é indispensável juntar mais reagentes para garantir que Portugal continue a ter em todo o seu território 99% de análises com água segura e de excelente qualidade".

 

"Este Governo orgulha-se de ter aprovado o primeiro plano de contingência contra a seca, que foi aprovado exactamente em Julho, numa comissão interministerial que foi criada para o efeito, e que nos permitiu agir por antecipação", disse.

 

Lembrou que "quando se adivinhava já um verão com pouca água, as empresas das Águas de Portugal contrataram por antecipação meio milhão de euros de camiões cisterna para abastecer os pequenos aglomerados, nomeadamente durante o verão".

 

"Neste momento, também estamos a consegui-lo em Viseu, mas repito o nosso sucesso é, sobretudo, o sucesso que resulta da capacidade que os portugueses têm de empenhar-se por usar a menor capacidade de água possível", sublinhou.

 

Matos Fernandes apelou "a todos os portugueses" para que poupem água, referindo que "o governo tem todas as condições para honrar o compromisso de que não vai faltar água na torneira, mas para que isso aconteça temos mesmo que nos esforçar e consumir a menor quantidade possível".

 

O ministro afirmou ainda que, no momento, "não são necessárias medidas restritivas a curto prazo".

 

"Não é por aí que devemos começar, devemos continuar a reduzir o consumo que estamos a fazer. Essa é a nossa proposta, e estamos a conseguir ter sucesso, porque estamos a ser cada vez mais bem acompanhados por empresas, autarquias e, certamente, por um conjunto já grande de portugueses", frisou.

 

As medidas de médio e longo são "em primeiro lugar, dragar fundos de barragens, essa acção está a ser iniciada pela Agência Portuguesa do Ambiente, (...) em segundo lugar, e por solicitação da Câmara de Viseu e da Câmara de Mangualde, de altear o coroamento da barragem de Fagilde, e, em terceiro lugar, retirar as colónias de jacintos que começam a aparecer devido à menor quantidade de águas nos rios", disse.

 

Por último, acrescentou o ministro, "ligar alguns sistemas, como por exemplo o do rio Balsemão, em Lamego, a Viseu, e a partir da barragem do Alqueva, que tem uma excepcional capacidade de reserva de água, fazer ainda mais ligações, por exemplo, à albufeira do Monte da Rocha, já na bacia hidrográfica do Sado".

 




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Neves Há 2 semanas

Da minha parte uso o mínimo possível em casa.

É URGENTE A BARRAGEM DO VALE DO CÔA Há 2 semanas

1 - O dinheiro gasto pelo Estado ( por todos nós ) com as gravuras de Foz Côa revelou-se um verdadeiro ELEFANTE BRANCO, visto que, após uma guerra tão grande levada a cabo pelos ambientalistas para salvar as PINTURAS RUPESTRES, tudo aquilo está às moscas ou quase.
Entretanto, a actual

É URGENTE A BARRAGEM DO VALE DO CÔA Há 2 semanas

2 - seca extrema, com todas as suas dramáticas consequências para as populações, veio levantar, de novo, a questão pertinente e urgente da construção da BARRGEM DO VALE DE FOZ CÔA.
Se bem virmos, a construção desta Barragem não será feita contra as PINTURAS RUPESTRES, uma vez que todas as

É URGENTE A BARRAGEM DO VALE DO CÔA Há 2 semanas

3 - pinturas encontradas já estão devidamente salvaguardadas, em suporte digital, podendo ser vistas, por todos os que as quiserem admirar, sendo que, construída a Barragem, as referidas pinturas ficarão submersas e não se degradarão.
Por outro lado, as PINTURAS RUPESTRES não se podem sobrepor

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