Política Governo desmente demissão de secretário de Estado da Administração Interna

Governo desmente demissão de secretário de Estado da Administração Interna

A RTP tinha noticiado que Jorge Gomes apresentou o seu pedido de demissão às 2:00. Mas o Governo já veio desmentir.
Governo desmente demissão de secretário de Estado da Administração Interna
Sara Antunes 18 de outubro de 2017 às 07:23

A RTP noticiou esta manhã que o secretário de Estado da Administração Interna apresentou o seu pedido de demissão. A estação de televisão adiantava que o pedido terá sido feito às 2:00.


A estação de televisão pública não revelava onde obteve a informação, mas adiantava que ainda hoje poderia haver mais demissões no Ministério da Administração Interna.

Entretanto o Governo já desmentiu a demissão do responsável, de acordo com a RTP

 

A notícia surge no âmbito dos incêndios que decorreram esta semana, que causaram pelo menos 41 mortos. Um número que se junta às 64 vítimas mortais dos incêndios de Pedrógão Grande, em Junho.

 

Horas antes desta notícia, o Presidente da República exigiu que o Governo assuma todas as responsabilidades neste caso. Marcelo Rebelo de Sousa, que esta terça-feira à noite fez uma declaração ao país, exigiu ainda responsabilidades a todos os partidos com assento parlamentar, pedindo que se "clarifique se quer ou não manter em funções o Governo". Isto numa altura em que se sabe que o CDS vai avançar com uma moção de censura ao Executivo liderado por António Costa.

(Notícia actualizada às 7:55 com o desmentido do Governo)

 




A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 2 horas

O excedentarismo e sobrepagamento eleitoralistas, podem ser, para além de manifestamente íniquos e insustentáveis como já se sabia, assassinos. Quem os defende pactua com os criminosos.

comentários mais recentes
General Ciresp Há 4 semanas

A vontade de ver a gerigonca pelas costas,leva as pessoas a pricipitarem,e normal.

joao Há 4 semanas

Também deve sair e ponto final. Existem 2 coisas muito distintas: culpas técnicas e politicas. E as politicas são diretamente da ministra e do secretário de estado que não estiveram à altura. o Resto é politiquice de quem se quer aproveitar da desgraça

Anónimo Há 4 semanas

Continuem a não mandar funcionários excedentários para a mobilidade especial e compensem essa posição ideológica com mais cortes cegos no investimento. É certo que os salários é que compram votos individualmente, mas o investimento público em bens de capital se bem conduzido e ponderado compra vida e qualidade de vida para o todo. Tancos e fogos são só o começo das tragédias portuguesas de um Portugal nas mãos da esquerda sindical e do compadrio anti-mercado, anti-capital e anti-investimento.

Anónimo Há 4 semanas

Para financiar 100 mil excedentários no sector público português e subsidiar muitos milhares na banca nacional, juntamente com todos os gastos em consumíveis, equipamentos e infraestruturas que isso acarreta, não sobram recursos ou imaginação e arte suficientes para prevenir, remediar e combater atempada e adequadamente estas tragédias da forma mais económica e eficiente possível.

ver mais comentários
pub