Economia Sete pessoas continuam internadas após queda de árvore na Madeira

Sete pessoas continuam internadas após queda de árvore na Madeira

Nove das 16 pessoas internadas no hospital do Funchal na sequência da queda de uma árvore tiveram alta e sete permanecem internadas, uma das quais nos cuidados intensivos, disse hoje fonte hospitalar.
Sete pessoas continuam internadas após queda de árvore na Madeira
Rui Silva Aspress
Lusa 16 de agosto de 2017 às 10:02
Nove das 16 pessoas internadas no hospital do Funchal na sequência da queda de uma árvore tiveram alta e sete permanecem internadas, uma das quais nos cuidados intensivos, disse hoje fonte hospitalar.

Segundo Miguel Reis, adjunto da direção clínica do Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira, as pessoas que permanecem internadas apresentam fraturas múltiplas.

Entre os sete internados, cinco são adultos, um dos quais de nacionalidade francesa, e dois são crianças, acrescentou.

"As crianças encontram-se no serviço de observação da pediatria, uma francesa com dois anos de idade que sofreu um traumatismo craniano e da face e uma criança com 14 anos com traumatismo abdominal fechado", acrescentou.

Relativamente aos adultos, Miguel Reis adiantou que há "um doente de nacionalidade francesa com 51 anos que foi intervencionado pela especialidade de neurocirurgia e que se encontra internado no serviço de Medicina Intensiva, dois doentes intervencionados pela especialidade de Ortopedia e dois doentes do sexo feminino que estão internados no Serviço de Observação da Urgência, ambas com traumatismo torácico".

Relativamente aos 13 mortos, Miguel Reis disse que, oito são do sexo feminino e cinco do masculino, com idades compreendidas entre os 28 e 59 anos e uma criança de um ano.

Quanto a nacionalidades, há duas mulheres estrangeiras: uma francesa (de 42 anos) e uma húngara (de 31 anos).

"Contamos com a chegada ainda hoje de quatro elementos do Instituto de Medicina Legal para abreviar a questão das autópsias para que possamos entregar os corpos às famílias o mais rápido possível e contamos ter isso feito até sexta-feira desta semana", disse.

A queda de uma árvore, um carvalho, sobranceiro aos jardins do Largo da Fonte, na freguesia do Monte, atingiu dezenas de pessoas que se concentravam naquele lugar para as festividades da Festa do Monte, em honra da padroeira da ilha, momentos antes da procissão, no âmbito do calendário religioso do Dia da Assunção de Nossa Senhora.

A festa foi depois cancelada pelos organizadores.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, também se deslocou à Madeira para manifestar o seu apoio.

(Notícia actualizada às 11:23 com mais informação)



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mais votado Anónimo 16.08.2017

Esta lamentável, triste e muito infeliz tragédia, mais uma num conjunto de tragédias a que os portugueses, mesmo em tempo de paz, parecem agora condenados por culpa própria uma vez que as regras eleitorais são soberanas, não foi obra de alguma imagem de santa, mas foi antes de mais um novo sinal, cientificamente explicável em termos técnicos, dos onerosíssimos custos de oportunidade subjacentes à incorrecta, para não dizer abjecta, sobrealocação de factor produtivo trabalho que impede em última instância a adequada alocação de factor produtivo capital orientada para as condições de mercado no mundo globalizado e tecnologicamente avançado da actualidade.

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Camponio da beira 16.08.2017

A Pre. da Junta já tinha alertado, um outro cidadão já o vinha fazendo desde há 14 anos, os especialistas da camara nada sabem. Aqui está patente a qualidade do nosso estado. Só na extorsão de dinheiro através de impostos ou multas aos cidadãos mais honestos e trabalhadores é eficientissimo!

Anónimo 16.08.2017

Sr Anónimo mais votado. Essa lenga lenga já enjoa é sempre a mesma coisa. Transforme isso em miúdos e diga que a culpa da queda da árvore é do governo do continente. Ao menos assim toda a gente percebe que a sua lenga lenga é clara.

Anónimo 16.08.2017

Onde anda o Alberto João Jardim o bobo da Madeira? Onde anda o seu discípulo? A Madeira continua governada por uma ditadura que reprime a oposição onde anda o PSD a pedir a lista dos óbitos? Este é mais um caso de que a Madeira está doente sem governo e sem rei nem roque.

Anónimo 16.08.2017

O que é certo é que mata limpa numa faixa de segurança junto às estradas, meios aéreos adequados ao combate a incêndios e sistemas de comunicação modernos e funcionais para as forças de protecção e segurança pública, assim como vedações resistentes, sistemas de alarme, identificação e video-vigilância nos paióis, nem vê-los. Já a folha salarial e de pensões, tal como a dívida pública dos direitos adquiridos à prova de mercado, tem vindo sempre a inchar. Vai ser até estoirar. Tancos e Pedrógão foram os canários na gaiola da mina. O PS continua a dizer: "Porreiro pá!"

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