Empresas Sindicato anuncia greve no porto de Sines por um ano

Sindicato anuncia greve no porto de Sines por um ano

O Sindicato XXI, que reclama a representação da maioria dos trabalhadores portuários de Sines, emitiu um pré-aviso de greve, a arrancar no dia 29 de Abril, com a paralisação das operações nos períodos de trabalho suplementar, por um prazo de um ano.
Sindicato anuncia greve no porto de Sines por um ano
O Sindicato XXI, que emitiu um pré-aviso de greve, reclama a representação da maioria dos trabalhadores portuários de Sines.
Bruno Simão
Rui Neves 19 de abril de 2017 às 12:31

A PSA Sines e a Laborsines, concessionária do Terminal de Contentores de Sines (Terminal XXI) e empresa de trabalho portuária, foram já notificadas pelo Sindicato XXI da intenção desta estrutura sindical de avançar com uma greve ao trabalho suplementar pelo prazo de um ano.

 

De acordo com a informação divulgada pelo sindicato, o pré-aviso de greve tem efeito a partir das 0 horas do próximo dia 29 de Abril até às 0 horas de 29 de Abril de 2018, "com paralisação total das operações realizadas em qualquer período de trabalho suplementar (antecipações, prolongamento e serviço extraordinário)".

 

O Sindicato XXI, que reclama a representação da maioria dos trabalhadores portuários de Sines, anuncia também "a paralisação total das operações realizadas nas duas últimas horas de cada período de trabalho de cada turno", mas neste caso apenas por duas semanas, entre as 0 horas de 29 de Abril e as 0 horas de 13 de Maio próximo.  

 

Entretanto, ainda de acordo com o Sindicato XXI, dirigentes sindicais reuniram-se esta segunda-feira, no Ministério do Mar, com a ministra Ana Paula Vitorino, tendo também estado presente Lídia Sequeira, ex-presidente do Porto de Sines e actual presidente dos portos de Lisboa e Setúbal.

 

A reunião serviu para o Sindicato XXI explicar "detalhadamente" as causas que determinaram o pré-aviso de greve, que têm que ver com o arrastamento das negociações com a PSA/Laborsines em relação, entre outras matérias, a novas regras de horários de trabalho, trabalho suplementar e respectivas remunerações.

 

"Reforçamos a ideia de que não iremos recuar sem ter uma proposta concreta por parte da empresa e que estamos prontos a efectivar a greve convocada caso não cheguemos a bom porto", ameaça o Sindicato XXI, adiantando que saíram da reunião no Ministério do Mar "com a certeza por parte da senhora ministra de que irá tomar as acções necessárias para ajudar a superar este conflito enquanto mediadora e não tomando partido de um dos lados".




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mais votado Anónimo 19.04.2017

Nos portos da Holanda, essa mesma do Dijsselbloem nascido em Eindhoven que é tão somente um centro mundial de inovação e empreendedorismo bem sucedido assente na grande dinâmica, abertura e flexibilidade do mercado de talento e capital, estão a automatizar todas as áreas e departamentos das instalações portuárias. Os colaboradores excedentários vão ser alvo de rescisão contratual apesar de terem organizado umas greves e contratado uma historiadora portuguesa (de onde haveria de ser) para criar uns relatórios neoluditas com forte inspiração marxista, para apresentar como argumento reivindicativo à Organização Internacional do Trabalho. Portugal, qual Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, é o último enclave Marxista na UE. Uma vergonha e uma lástima.

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Anónimo 19.04.2017

Nos portos da Holanda, essa mesma do Dijsselbloem nascido em Eindhoven que é tão somente um centro mundial de inovação e empreendedorismo bem sucedido assente na grande dinâmica, abertura e flexibilidade do mercado de talento e capital, estão a automatizar todas as áreas e departamentos das instalações portuárias. Os colaboradores excedentários vão ser alvo de rescisão contratual apesar de terem organizado umas greves e contratado uma historiadora portuguesa (de onde haveria de ser) para criar uns relatórios neoluditas com forte inspiração marxista, para apresentar como argumento reivindicativo à Organização Internacional do Trabalho. Portugal, qual Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, é o último enclave Marxista na UE. Uma vergonha e uma lástima.

Anónimo 19.04.2017

Nos portos da Holanda, essa mesma do Dijsselbloem nascido em Eindhoven que é tão somente um centro mundial de inovação e empreendedorismo bem sucedido assente na grande dinâmica, abertura e flexibilidade do mercado de talento e capital, estão a automatizar todas as áreas e departamentos das instalações portuárias. Os colaboradores vão ser alvo de rescisão contratual apesar de terem organizado umas greves e contratado uma historiadora portuguesa (de onde haveria de ser) para criar uns relatórios neoluditas com forte inspiração marxista, para apresentar como argumento reivindicativo à Organização Internacional do Trabalho. Portugal, qual Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, é o último enclave Marxista na UE. Uma vergonha e uma lástima.

Anónimo 19.04.2017

fORÇA COMUNAS,SÃO MAIS UMAS EMPRESAZITAS PARA ABRIR FALÊNCIA..iSTO NO TEMPO DO prec ERA UMA BRINCADEIRA E NÃO HAVIA A AJUDA DO be NEM DO ps.

Ó joão . . . 19.04.2017

Vai levar onde levam as galinhas.

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