Saúde Sindicatos: Subida de horas extra é para todos os trabalhadores da saúde

Sindicatos: Subida de horas extra é para todos os trabalhadores da saúde

A reposição de 25% nas horas extraordinárias em Abril, anunciada pelo Governo, não se aplica apenas aos médicos, mas a todos os trabalhadores do sector da saúde, garantem os sindicatos da CGTP e da UGT.
Sindicatos: Subida de horas extra é para todos os trabalhadores da saúde
Ricardo Castelo/Negócios
Catarina Almeida Pereira 15 de março de 2017 às 17:13

A reposição em 25% do valor das horas extraordinárias na Saúde, anunciada nesta terça-feira pelo Governo, não se aplica apenas aos médicos, mas a todos os trabalhadores da sector, segundo revelam em comunicado estruturas sindicais da CGTP e da UGT.

Relativamente à reposição do valor da percentagem fixada para as horas de qualidade e do trabalho extraordinário", ficou "esclarecido pelo Secretário de Estado da Saúde que a mesma será aplicada a todos os trabalhadores da Saúde, independentemente da carreira profissional em que se encontrem integrados", refere a Federação de Trabalhadores em Funções Públicas (CGTP), em comunicado.

 

"Houve ainda o comprometimento de que a percentagem restante será reposta até ao final do ano, mediante prévia negociação com as estruturas sindicais", acrescenta.

 

O mesmo foi anunciado pela Fesap (UGT). "De acordo com informação obtida pela FESAP junto do Ministério das Finanças, o pagamento a 100% das horas extraordinárias e dos suplementos de hora estender-se-á a todos os trabalhadores da Saúde até ao final do ano, após negociação".

 

"De acordo com a mesma fonte, permanece a garantia de que todos os trabalhadores, sem excepção, verão o trabalho suplementar pago a 75% a partir de Abril", acrescenta ainda a estrutura da UGT.

 

Os sindicatos referem ainda como positiva a disponibilidade do Governo para negociar um acordo colectivo. O objectivo dos sindicatos é repor as 35 horas para todos os profissionais, independentemente do tipo de contrato.

 

"Na mesma reunião, o Secretário de Estado da Saúde comunicou que as negociações do Acordo Colectivo de Trabalho dos Hospitais EPE, deverão ser retomadas até ao final de Abril", o que é relevante "não só para tornar extensível aos trabalhadores do contrato individual de trabalho as 35 horas semanais de trabalho, como também para consagrar o direito a uma

carreira profissional que hoje lhes está negada", afirma a estrutura da CGTP.


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mais votado Anónimo 16.03.2017

Este governo tem que untar as mãos à sua clientela eleitoral. Só com FPs e reformados de luxo garantem pelo menos um milhão de votos.

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Mr.Tuga 16.03.2017

Paga tuga CONTRIBUINTE bronco e imbecilizado!
Reduzem-lhes para 35h semana e dizem que não vai ter impactto?!?!?!

Os privilegiados da FP a mamar a custa do contribuinte e do burgo FALIDO!
O importante é a rapaziada da FP e sindicaleiros estarem animados! Os outros podem morrer de fome!

Anónimo 16.03.2017

Este governo tem que untar as mãos à sua clientela eleitoral. Só com FPs e reformados de luxo garantem pelo menos um milhão de votos.

Anónimo 15.03.2017

Merece um aplauso este governo, valorizar as pessoas, os profissionais de saude que perderam tanto com este ultimo governo ( nao só eles).

Anónimo 15.03.2017

É mas é ao contrário. É preciso passar outra vez para as 40 horas de trabalho, para os trabalhadores do Público não andarem a prejudicar os Portugueses com mais impostos e também por uma questão de justiça. Por alma de quem é que a função pública tem que trabalhar menos do que o privado.

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