Economia SIRESP com duas novas antenas-satélite a funcionar na próxima semana

SIRESP com duas novas antenas-satélite a funcionar na próxima semana

O secretário de Estado da Administração Interna disse hoje que, até ao final da próxima semana, vão entrar em funcionamento as duas estações móveis da rede SIRESP.
SIRESP com duas novas antenas-satélite a funcionar na próxima semana
Lusa 05 de julho de 2017 às 14:31

Estas duas unidades móveis (EM) estão confiadas à Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e foram adquiridas em 2015 através de fundos comunitários, mas ainda não estavam equipadas com ligação satélite.

Na semana passada, o Governo anunciou a aquisição de antenas-satélite por ajuste directo, depois de ter iniciado em 2016 um procedimento contratual.


"As duas viaturas que foram adquiridas pelo último Governo, em 2015, são viaturas que não tinham mais função do que apenas replicar o sinal (...). O que nós necessitamos é de viaturas que tenham capacidade de substituir as estações que vão ficando em baixo. Na próxima semana essas duas viaturas já estão equipadas com ligação satélite e, a partir de agora, passamos a ter quatro viaturas", disse Jorge Gomes aos deputados do grupo de trabalho sobre a reforma da floresta.


O secretário de Estado adiantou que, com a entrada em funcionamento destas duas EM, as quatro unidades móveis vão passar a estar "pré-posicionadas no país", deixando de estar estacionadas em Lisboa, para permitir uma "resposta muito mais rápida".

"Queremos, inclusivamente, alterar o sistema de solicitação dessas viaturas, ou seja, quando um incêndio começa a ter determinada dimensão, independentemente de haver falhas, a viatura parte logo para lá. Se fizer falta já lá está", sustentou.

No final da audição, o secretário de Estado disse à agência Lusa que as duas EM vão entrar em funcionamento até ao final da próxima semana e a sua ligação por satélite tem um custo de 70 mil euros.


Actualmente existem duas estações-base móveis auto transportadas, estando uma confiada à PSP e outra à GNR, e são geridas pela secretaria-geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), mas sua activação tardia, durante o incêndio de Pedrógão Grande, tem sido criticada.




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Armindo 05.07.2017

Portanto, não haverá mais fogos em Portugal. Somos os maiores! Vamos mostrar àqueles atrasados californianos que os EUA estão ainda na idade da pedra, no que a apagar fogos diz respeito. E temos poucas mortes nas estradas. Felizmente o nosso parque automóvel é dos mais modernos. Viva o PSD e o CDS!

Anónimo 05.07.2017

Os responsáveis pelo atraso na implementação da ligação satélite mereciam era serem amarrados a eucaliptos localizados no trajecto do fogo. Criminosos à solta, não|

Camponio da beira 05.07.2017

E se chove também funcionam?

pub