Função Pública Só as dúvidas travam grandes expectativas dos precários
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Só as dúvidas travam grandes expectativas dos precários

A regularização de precários do Estado arranca amanhã e está a gerar enormes expectativas. Mas há regras que podem ser ajustadas a meio do jogo. O Negócios vai seguir este processo, que pode durar meses ou anos, também a partir do olhar dos candidatos.
Só as dúvidas travam grandes expectativas dos precários
Os precários saíram à rua na recta final da última legislatura do PS, em 2011. Agora, são os precários do Estado os destinatários de uma ambiciosa promessa do Governo.
Miguel Baltazar

Dois anos a recibos verdes no IEFP, 14 anos a prazo nos centros de saúde, 25 anos a prestar serviços à Segurança Social. Trabalham no Estado ou para o Estado, por vezes com equipamentos públicos, por vezes sujeitas à)

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mais votado Anónimo 10.05.2017

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

comentários mais recentes
Anónimo 10.05.2017

Ao contrário da situação nos países ricos e desenvolvidos, o excedentarismo em países atrasados, cheios de pobreza, miséria e subdesenvolvimento, como na África Subsariana, é desprezável, ou um mal necessário, na medida em que como não existe um sistema público de segurança social nem outras estruturas do Estado de Bem-Estar Social, o excedentarismo acaba por cumprir, ainda que parcialmente e de forma muito limitada, as mais fundamentais e estruturantes funções sociais dos Estados de Bem-Estar Social já bem estabelecidos no Primeiro Mundo. No Primeiro Mundo, onde existem condições para criar valor do mais elevado quilate, mesmo com escassez de recursos naturais, o excedentarismo, nas organizações públicas e privadas, é um cancro económico e social que extrai valor do Estado, incluindo o Estado Social, da economia e da sociedade, tendo por isso que ser combatido sem piedade, a par com os flagelos da corrupção política, do compadrio e demais formas de cleptocracia instituída.

Anónimo 10.05.2017

Na Escandinávia, ensino gratuito universal, é assim:

"The number of University staff will reduce by approximately 980 by the end of 2017." https://www.helsinki.fi/en/news/the-university-of-helsinki-terminates-570-employees-overall-staff-cuts-total-980

"Aalto University announced on Friday that it will shed a total of 316 positions by the end of 2018." www.helsinkitimes.fi/finland/finland-news/domestic/13754-aalto-university-to-lay-off-188.html

"University of Copenhagen fires 209 staff, 255 leave voluntarily" https://uniavisen.dk/en/university-of-copenhagen-fires-209-staff-255-leave-voluntarily/

Anónimo 10.05.2017

Sabe o que é que é preciso para o ensino público voltar a ter custos virtualmente nulos para os utentes? Flexibilização das regras laborais, boa gestão de recursos humanos e despedimento de uma coisa chamada excedentários que é outro nome para factor produtivo trabalho mal-alocado.

Anónimo 10.05.2017

Você aqui a falar de pagar a faculdade onde ela é quase de graça... ai, ai, ai. Já viu como é nos EUA? Está certo que há países onde os custos são ainda mais reduzidos e em Portugal também já foram. Podem e devem voltar a ser.

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