Europa Sondagem coloca Macron com "grande probabilidade" de maioria absoluta nas legislativas

Sondagem coloca Macron com "grande probabilidade" de maioria absoluta nas legislativas

Um estudo de opinião do Ifop atribui 31% das intenções de voto a um candidato proveniente d'A República em Marcha, o movimento protagonizado pelo presidente francês. A confirmar-se, Macron poderá assegurar a maioria absoluta na segunda volta das legislativas de Junho.
Sondagem coloca Macron com "grande probabilidade" de maioria absoluta nas legislativas
Reuters
Lusa 24 de maio de 2017 às 17:36

O movimento A República Em Marcha, do presidente francês Emmanuel Macron, reúne 31% das intenções de voto para as legislativas de Junho, o que atribui "grandes probabilidades" de obter a maioria absoluta, segundo uma sondagem publicada esta quarta-feira, 24 de Maio.

 

O estudo, realizado pelo instituto Ifop a 18 e 19 de maio, mostra uma subida de nove pontos percentuais das intenções de voto em Macron relativamente à sondagem anterior, realizada a 4 e 5 de maio.

 

Em segundo lugar, surgem Os Republicanos (direita), com 19%, seguidos da Frente Nacional (extrema-direita), com 18%, da França Insubmissa (Esquerda), 15%, e do Partido Socialista, 7%.

 


O estudo não avança estimativas sobre a distribuição dos 577 assentos da Assembleia Nacional, cuja maioria absoluta é de 290 lugares.

 

Na análise dos resultados, o instituto de sondagens explica que o movimento de Macron deverá receber nas legislativas o apoio de 12% dos eleitores que na primeira volta das presidenciais (23 de abril) votaram em Jean-Luc Mélenchon (França Insubmissa), 18% dos que votaram François Fillon (Os Republicanos) e 28% dos que votaram Benoît Hamon (Partido Socialista).

 

Emmanuel Macron, centrista, foi eleito na segunda volta das presidenciais, a 7 de maio, com 66,1% dos votos, derrotando a candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, que obteve 33,9%.




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comentários mais recentes
Anónimo 24.05.2017

As esquerdas sindicais que vêem no factor trabalho um fim em si mesmo e no sindicato o clube que fanaticamente apoiam quais tiffosi inebriados pelo keynesianismo desmiolado e o marxismo anti-capital, como se houvesse alguma distinção entre os factores produtivos a não ser aquela que advém do valor que a sua combinação consegue gerar com base na mais economicamente racional alocação dos mesmos, têm que perceber que a crise económico-social de equidade e sustentabilidade que se vive é acima de tudo culpa sua porque é com base nas profundas distorções de mercado que fomentam que outras distorções de mercado obtêm as condições para surgir e proliferar.

Anónimo 24.05.2017

Entretanto a tia Marine regressou ao seu ninho de caviar e champanhe... acabadas as eleições acabaram os tempos de antena e os problemas da emigração voltaram para onde sempre estiveram, na normalidade do dia a dia de quem tenta sobreviver...

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