Funções do Estado  FMI: Subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

FMI: Subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado

FMI diz que máximo de 1.045 euros desincentiva a procura de trabalho. Quer também corte no tempo.
FMI: Subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado

Apesar dos cortes que já foram feitos e dos que ainda se avizinham, os técnicos do FMI continuam a achar que as regras do subsídio de desemprego são demasiado generosas, tanto ao nível do valor como do tempo

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião14
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Mamões 09.01.2013

Eh pá cortem tudo de uma vez. MAS DEIXAMOS DE DESCONTAR OS 11% PARA A SSOCIAL E AS EMPRESAS OS 23,75% E SOMAM ISSO AO NOSSO SALÁRIO ! ASSIM NÃO PRECISO DE SUBSÍDIOS PARA NADA, NEM REFORMA. FAÇO EU AS MINHAS POUPANÇAS ! E ENTÃO FMI, QUE ACHAM DESTA IDEIA ?!!

comentários mais recentes
Geromel Sebastião 30.10.2013

Pobre terra, triste gente! Anos a fio a trabalhar, aturando bestas que são muito mais que quadradas, para descobrir que tanto empenho e dedicação não valeu de nada. Somos, TODOS, uma cambada de asnos! E se fossemos capazes de, numa acção concertada e radical, parar o país durante 30 dias? De que viveriam os abutres? Como pastariam todos aqueles que, sem nada fazer, passam os dias a "estudar" a melhor forma de nos cortar as pernas? Juizinho! Um burro também se cansa!!

Anónimo 15.01.2013

Para ter um subisidio de 1045€ é preciso ter pelo menos um salario bruto de 1600€ pois não sao os salarios altos que não procuram trabalho masi sim quem tem o salario min. desconta e ganha 485€ subsidio de desemprego 420€ nessas condiçoes que vai trabalhar para receber masi 65€/mes, vai é perder dinheiro. Se o min fosse igual a todos os outro de 65% (315€) queria ver se não iam trabalha. Era mais justo e punha muita gente a mexer.

Anónimo 15.01.2013

Bom dia, ''FMI diz que máximo de 1.045 euros são demasiado generosas, tanto ao nível do valor como do tempo de atribuição''.''??? Foram 1.045,00 € até Dezembro de 2012. A partir de Janeiro de 2013 são menos 6%, e depois de 6 meses são ''mais'' ...menos 10%. E onde está o emprego ou trabalho? Quarenta anos de descontos, e é demasiado generoso, porque alguém depois de 20, 30 ou 40 anos de descontos e de trabalho, fica preguiçoso e de papo para o ar a viver custa dos SEUS PRÓPRIOS DESCONTOS? É isso que eles pensam? Não nos tirem as conquistas que tivemos com ABRIL. Maria

rferreira 11.01.2013

Estatisticamente falando,1045 eur só os atinge quem tinha na empresa um ordenado alto, o que geralmente significa uma pessoa antiga numa empresa e que sempre descontou. É um dos tais que tendo mais de 45 anos, nunca mais volta a ter emprego. Mais, nessa idade deve ter 2 filhos menores e conjuge provavelmente desempregado. Deixem lá os 4 membros dessa familia viver "descansados" 2 anos com 250eur/mês/cada que eles lá morrem de fome 2 anos depois,

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub