Américas Supremacistas brancos afirmam que manifestação na Virgínia foi impulso na sua agenda

Supremacistas brancos afirmam que manifestação na Virgínia foi impulso na sua agenda

Os supremacistas brancos disseram hoje que a manifestação de sábado em Charlottesville, na Virgínia, foi um marco no que chamam de impulso em expansão para a promoção da sua agenda.
Supremacistas brancos afirmam que manifestação na Virgínia foi impulso na sua agenda
Reuters
Lusa 15 de agosto de 2017 às 11:12
A marcha aconteceu em protesto pela retirada de uma estátua de homenagem ao general confederado Robert E. Lee.

Estes supremacistas brancos estão a retratar a manifestação de Charlottesville como uma vitória porque participaram centenas dos seus apoiantes, afirmando ainda que mais eventos estão a ser programados.

Um grupo pró-Confederação (em referência à Confederação que existiu durante a Guerra Civil nos Estados Unidos) apelou para a realização de uma manifestação de apoio à manutenção da estátua do general Robert E. Lee no próximo mês, na Virgínia.

A Universidade da Florida informou também que o supremacista Richard Spencer pediu para realizar uma palestra na instituição.

No sábado, em Charlottesville, um jovem supremacista branco, James Fields, matou uma mulher ao lançar o seu carro contra participantes num protesto antirracismo. O ataque com o carro matou Heather Heyer, de 32 anos.

O supremacista branco tinha sido anteriormente acusado de bater na sua mãe e de a ameaçar com uma faca, segundo documentos policiais.

Samantha Bloom, portadora de deficiência, chamou repetidamente a polícia devido ao seu filho, James Alex Fields Jr., em 2010 e 2011. Bloom disse aos agentes que o filho tomava medicação para controlar o humor, de acordo com transcrições das chamadas para a linha de emergências.

Fields, descrito por um antigo professor de liceu como um admirador de Adolf Hitler e da Alemanha nazi, foi acusado de homicídio em segundo grau.

No sábado, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condenou "tudo o que representa o ódio" e apelou para unidade, depois dos confrontos violentos na marcha supremacista branca em Charlottesville.



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