Economia Taxas, taxinhas e multas vão render perto de 3 mil milhões
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Taxas, taxinhas e multas vão render perto de 3 mil milhões

A cada proposta o valor orçamentado para taxas, multas e outras penalidades aumenta. A do próximo ano contempla uma subida de 2,6% nestas receitas, com uma perspectiva de aumento só de taxas de 5%.
Taxas, taxinhas e multas vão render perto de 3 mil milhões
Mariline Alves
Alexandra Machado 17 de outubro de 2017 às 23:30

2018 vai ser mais um ano de taxas e taxinhas. Além das contribuições que vão ser criadas – como o imposto sobre o sal e sobre o carvão –, o Orçamento do Estado prevê que a cobrança

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mais votado Anónimo Há 4 dias

Habituem-se, vivemos em socialismo. O socialismo não é mais do que a prática de extorção da riqueza alheia via impostos, taxas e taxinhas para distribuir migalhas pelo povão e milhões pelo aparelho socialista.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 dias

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 3 dias

Continuem a não mandar funcionários excedentários para a mobilidade especial e compensem essa posição ideológica com mais cortes cegos no investimento. É certo que os salários é que compram votos individualmente, mas o investimento público em bens de capital se bem conduzido e ponderado compra vida e qualidade de vida para o todo. Tancos e fogos são só o começo das tragédias portuguesas de um Portugal nas mãos da esquerda sindical e do compadrio anti-mercado, anti-capital e anti-investimento.

rekorbp Há 3 dias

Que vergonha, falta dinheiro para altos salários e novas viaturas vamos lá por umas taxas e mais umas multas, os Estados deviam ENSINAR e EDUCAR e não extorquir, infelizmente quem não têm vergonha neste Pais é rei.

Anónimo Há 3 dias

Para financiar 100 mil excedentários no sector público português e subsidiar muitos milhares na banca nacional e monopólio energético rentista, juntamente com todos os gastos em consumíveis, equipamentos e infraestruturas que isso acarreta, não sobram recursos ou imaginação e arte suficientes para prevenir, remediar e combater atempada e adequadamente estas tragédias da forma mais económica e eficiente possível.

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