Economia UGT quer melhoria do salário mínimo e descongelamento de carreiras

UGT quer melhoria do salário mínimo e descongelamento de carreiras

A secretária-geral adjunta da UGT, Paula Bernardo, considerou que o salário mínimo nacional deve ser revisto em alta para 2018, apelando ainda ao reforço da contratação colectiva e ao descongelamento de carreiras na função pública.
UGT quer melhoria do salário mínimo e descongelamento de carreiras
Cofina Media
Lusa 02 de junho de 2017 às 01:20

"Há uma concentração de um número maior de trabalhadores no nível do salário mínimo", afirmou aos jornalistas a dirigente sindical, no final da reunião de Concertação Social, mostrando-se preocupada com esta tendência.

 

Sobre este ponto, Paula Bernardo defendeu o reforço do mecanismo de contratação colectiva, no sentido de fortalecer a posição negocial dos trabalhadores, na expectativa de contrariar a evolução verificada recentemente.

 

A responsável da UGT destacou ainda que, além do aumento do salário mínimo, o Governo deve promover o descongelamento de carreiras já em 2018 e lançar "outras medidas no sentido de assegurar a qualidade do serviço público".

 

A saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) e o salário mínimo nacional foram os principais pontos debatidos na quinta-feira, 1 de Junho, durante o encontro de quatro horas entre o Governo e os parceiros sociais. 




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Camponio da beira 02.06.2017

SE os nossos preços da energia e combustiveis não fossem dos mais altos do mundo, as familias poupavam 50 euros e as empresa podiam da mesma forma pagar mais 50 euros, o que dava um aumento de 100.Há empresas, restarurantes e cafés que pagam mais de energia que de mão de obra.

Anónimo 02.06.2017

Num destes dias, com os aumentos dos salários mais baixos que tem ocorrido desde 2011/2012, com os baixos impostos de que são alvo, o pessoal começa a ganhar tanto ou mais que a classe média.
O comunismo em marcha!

pub
pub
pub
pub