Emprego Uma licenciatura já não é o que era
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Uma licenciatura já não é o que era

Quem entra hoje no mercado de trabalho enfrenta um choque de expectativas. Uma licenciatura pode já não ser suficiente para os portugueses.
Uma licenciatura já não é o que era
Bruno Simão/Negócios

Portugal é um dos países onde mais compensa concluir a licenciatura, mas essa vantagem parece estar a degradar-se devido a uma maior exigência do mercado de trabalho, mas também a diferentes níveis de empregabilidade

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mais votado Anónimo 24.08.2017

A mania do uso e do abuso do título dr., eng. e arq. está enraízada na cultura portuguesa como em mais nenhuma do mundo desenvolvido, ao ponto daquele se tornar parte integrante e inalienável do nome de registo do cidadão. Isto porém constitui um reflexo claro do estado de indigência moral e intelectual da sociedade portuguesa que se tem repercutido no constante estado de desgraça efectiva do país. O uso e abuso do título serve como o último amuleto para apaziguar as almas atormentadas por essa desgraça constante, é o cartão de visita que desvia a atenção do fracasso e do erro, é a desculpa para se exigir o direito à pilhagem quando não se sabe criar qualquer valor, é justificação para mendigar alto e bom som tudo aquilo que se queria ter mas não se consegue alcançar por incompetência, desleixo, cobardia ou impreparação. Este uso e costume bem português é o segundo o de Poortugal, um detalhe estrambólico que tem feito toda a diferença no pior sentido do termo.

comentários mais recentes
Anónimo 25.08.2017

Uma boa medida para continuar a diminuir o desemprego em áreas com pouca empregabilidade, seria por exemplo se o governo decretasse obrigatório que cada agência de viagens e turismo empregasse pelo menos 1 licenciado em história/turismo. O que acham?

Anónimo 24.08.2017

Se o governo decretar que nenhum turista pode circular em Portugal sem contratar os serviços de um licenciado em turismo ou história da arte e afins, os salários dos licenciados sobem... Mas faria tal imbecilidade algum sentido?

Anónimo 24.08.2017

Exemplo do factor "self entitlement" típico das Repúblicas das Bananas, das favelas e dos guetos do mundo desenvolvido, caracterizado pela existência do ser que já não é só um ser, já não é só uma pessoa com deveres e com tudo aquilo a que uma pessoa deve ter direito, mas um título académico ou hierárquico que tem obrigatoriamente que usufruir, à conta e com prejuízo do Estado, da economia e da restante sociedade, de uma vida faustosa segundo as suas expectativas individuais por mais caprichosas e irrealistas que elas sejam, mesmo que na realidade não exista procura para o trabalho que insistentemente sabe, pode ou quer oferecer ao empregador ou ao mercado em sentido lato, e por isso captura o empregador Estado e parasita-o de todas as formas virulentas que conseguir engendrar.

Anónimo 24.08.2017

A mania do uso e do abuso do título dr., eng. e arq. está enraízada na cultura portuguesa como em mais nenhuma do mundo desenvolvido, ao ponto daquele se tornar parte integrante e inalienável do nome de registo do cidadão. Isto porém constitui um reflexo claro do estado de indigência moral e intelectual da sociedade portuguesa que se tem repercutido no constante estado de desgraça efectiva do país. O uso e abuso do título serve como o último amuleto para apaziguar as almas atormentadas por essa desgraça constante, é o cartão de visita que desvia a atenção do fracasso e do erro, é a desculpa para se exigir o direito à pilhagem quando não se sabe criar qualquer valor, é justificação para mendigar alto e bom som tudo aquilo que se queria ter mas não se consegue alcançar por incompetência, desleixo, cobardia ou impreparação. Este uso e costume bem português é o segundo o de Poortugal, um detalhe estrambólico que tem feito toda a diferença no pior sentido do termo.

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