Emprego Vai mudar de emprego? Um guia para negociar

Vai mudar de emprego? Um guia para negociar

Já rescindiu contrato com a empresa antiga e ainda não assinou com a nova? Não devia. Uma troca voluntária de emprego é uma boa notícia. Mas, como em tudo, há formas piores ou melhores de o fazer. Quatro advogados contactados pelo Negócios esclarecem as principais dúvidas.
Vai mudar de emprego? Um guia para negociar
Bruno Simão/Negócios

Já enviou o email a anunciar que vai "partir para um novo desafio" mas dias depois percebe que a viagem pode ser atribulada. Porque já rescindiu contrato com a antiga empresa e ainda não tem o novo contrato assinado. "E se desistem de me contratar?" A pergunta pode ser mais frequente do que parece, sobretudo quando o trabalhador não sente que tenha grande poder negocial.

 

Há formas de tentar garantir uma transição mais suave, seja através de uma promessa de contrato ou da assinatura do contrato com a nova empresa antes da rescisão com a antiga. E tendo sempre muita atenção ao que diz e ao que não diz o documento sobre o período de experiência. O Negócios perguntou a quatro advogados especializados em legislação laboral qual a melhor forma de evitar riscos. Fausto Leite, Inês Arruda, Nuno Pais Gomes e Susana Afonso ajudaram a responder. 






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comentários mais recentes
Anónimo 13.06.2017

Portugal tem sentido tanto os efeitos da crise que consolidam a sua posição entre os mais pobres dos ricos e os menos desenvolvidos dos desenvolvidos, por causa de não ter vindo a fazer os despedimentos que devia ter feito e por tê-los substituído por progressões, aumentos e blindagens contratuais absurdas e anacrónicas que os seus pares mais ricos e desenvolvidos souberam desmantelar há muito.

Anónimo 11.06.2017

Este país tem gente a mais a ganhar demais face ao valor que criará, cria ou criou. Não são portanto de estranhar as falências cíclicas do país, a sua constante dependência e as crises que ele vive.

Marta Guimaraes 10.06.2017

Ó surpreso!
Cala a boca, retornado ressabiado. Para lixo já chega o que todos os dias escreves no Observador com o nick victor guerra!

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