Orçamento do Estado Verdes: "OE só fica fechado depois de aprovado no Parlamento"

Verdes: "OE só fica fechado depois de aprovado no Parlamento"

O partido quer vantagens fiscais para despesas com passes nos transportes públicos. 
Verdes: "OE só fica fechado depois de aprovado no Parlamento"
Miguel Baltazar
Marta Moitinho Oliveira 12 de Outubro de 2016 às 13:29

Os Verdes estão à espera de uma proposta do Governo para a sobretaxa de IRS para definir a sua posição e lembram que o Orçamento não fica fechado antes da sua aprovação no Parlamento.

 

À saída da reunião com o Governo, a deputada dos Verdes Heloísa Apolónia lembrou que a posição conjunta que o partido assinalou com o PS previa que metade da sobretaxa de IRS fosse devolvida em 2016 e metade em 2017. No entanto, não foi esta a versão que acabou por ficar na lei, que prevê que a sobretaxa seja totalmente devolvida a 1 de Janeiro. 

 

A deputada afirmou que espera agora conhecer a proposta do Governo para decidir que posição o partido toma. 

 

Além disso, Heloísa Apolónia afirmou que o "orçamento não fica fechado antes da aprovação". "As reuniões bilaterais vão continuar. O OE só fica fechado quando for aprovado no Parlamento", disse.

 

No encontro com os Verdes, o Governo terá assegurado que haverá um aumento real das pensões, embora não tenha revelado qual a proposta que estará incluída no Orçamento. 

 

O ministro das Finanças, Mário Centeno, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, estão a reunir-se com os partidos da oposição para apresentar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2017, que o Governo quer aprovar quinta-feira, 13 de Outubro, em Conselho de Ministros.

 

No encontro, os Verdes defenderam a ideia de as despesas com passes sociais poderem ser deduzidas no IRS. "Tivemos um sinal positivo" da parte do Governo, afirmou. 




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Anónimo Há 3 semanas



Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


AS PENSÕES DOURADAS DA CGA

As reformas mais antigas são as mais elevadas porque tiveram fórmulas mais favoráveis.
São também aquelas em que as pessoas se reformaram/aposentaram com menos idade.
Por isso devem ter os maiores cortes.

Ex: Muitas pessoas reformaram-se/aposentaram-se com 36 anos de descontos e 54 de idade.
Ou seja, muitas dessas pessoas vão estar mais anos a receber a pensão, do que os anos que trabalharam e descontaram.
Basta que vivam até depois dos 90 anos, o que se verifica com cada vez mais pessoas.

Pergunta: Estas pessoas fizeram descontos suficientes para terem a pensão que recebem?

Resposta: Não, nem para metade.


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