Segurança Social Vieira da Silva: “Não vejo contradição entre devolução de rendimentos e lógica reformista”
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Vieira da Silva: “Não vejo contradição entre devolução de rendimentos e lógica reformista”

O ministro da Segurança Social recusa que o Governo esteja a privilegiar a devolução de rendimentos e a esquecer as reformas estruturais. As duas dimensões cruzam-se e avançam em paralelo, argumenta, em entrevista.
Vieira da Silva: “Não vejo contradição entre devolução de rendimentos e lógica reformista”
Bruno Simão

Governo resistiu até ao fim em dar aumentos extraordinários de pensões, mas, em entrevista ao Negócios e à Antena 1, Vieira da Silva, ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, desdramatiza

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mais votado Anónimo Há 4 semanas

O governo genocida não pode defender, promover e proteger o excedentarismo e a mais indecorosa e contraproducente rigidez no mercado laboral, onerosa, injustificável e absolutamente desnecessária, como a que flagela a banca e a administração pública portuguesas, e ao mesmo tempo mentir aos portugueses dizendo que acautelou e acautela os seus mais básicos e fundamentais interesses enquanto cidadãos deste território. É um contra-senso inqualificável e por demais evidente. Mas quem quiser continuar a comer desta palha dada a bestas de carga que a coma. Os tratadores das bestas agradecem.

comentários mais recentes
Claro Há 4 semanas

Já os amigos do Diabo acham que ROUBAR são as reformas

Eusebio manuel Vestias Pecurto Vestias Há 4 semanas

A condição económica pobre de Portugal é o maior problema para o futuro de Portugal

Tereza Há 4 semanas

Será que está gente só serve para destruir riqueza. Que miséria.

Anónimo Há 4 semanas

As reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República Portuguesa. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário subsidiado e tendo uma fé inabalável no turismo.

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