Educação Afinal tempo de serviço dos professores vai contar, garante Governo

Afinal tempo de serviço dos professores vai contar, garante Governo

Em dia de greve dos professores, o Governo mostrou-se aberto a contar o tempo de serviço dos docentes. O Governo quer negociar com os sindicatos "a forma de faseamento e contagem".
Afinal tempo de serviço dos professores vai contar, garante Governo
Correio da Manhã
Marta Moitinho Oliveira 15 de novembro de 2017 às 11:17
O Governo vai afinal contar o tempo de serviço dos professores de forma a reflectir esse mesmo tempo na carreira, contrariamente ao que o Executivo defendia até agora. 

A abertura foi deixada no Parlamento pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, no dia em que os professores estão em greve contra o facto de Governo ter optado por não contar com o tempo de serviço dos professores, no âmbito do descongelamento das carreiras. 

"Vai haver uma forma de a contagem da carreira docente ser, de alguma forma, recuperada", disse Alexandra Leitão, citada por vários órgãos de comunicação social. O Expresso acrescenta que "vai ser encontrada uma forma de recuperar esse tempo de serviço. Veremos com os sindicatos de que forma se fará o seu faseamento", disse na comissão parlamentar de Finanças e Educação, onde está a ser discutido o Orçamento do Estado para a Educação.

A secretária de Estado acrescentou em resposta à deputada do Bloco de Esquerda, Joana Mortágua, minutos depois, que contar o tempo de serviço é "colmatar uma injustiça do congelamento" e não "colmatar uma injustiça do descongelamento".

A "forma de faseamento e contagem" será negociada com os sindicatos, adiantou.

Porfírio Silva, deputado do PS, garantiu que "os professores não serão tidos nem tratados como uma classe à parte".  

A Fenprof avançou esta manhã, à TSF, que a adesão à greve dos professores é na ordem dos 90%. 

Na terça-feira, o primeiro-ministro afirmou que o cronómetro da carreira dos professores vai voltar a contar para efeitos de progressão, lembrando, no entanto, que a reposição imediata e total dos anos de congelamento custaria 650 milhões de euros.



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comentários mais recentes
Anónimo Há 5 dias

Com o costa é assim mesmo. Basta uma ameaça de perder o poleiro e ele dá tudo. Que se lixem os portugueses. Quando chegar a pancada, logo se verá, mas a culpa é do passos.

Maria Há 5 dias

Lá vai o Nogueira mamar mais 660 euros por mês. Ora quase 4000 euritos mensais "sem saber ler nem escrever". Uma papa, afinal o tempo conta também para quem nesse tempo nunca deu uma aula. Olha que lindo País! E os parceiros europeus é que estão doidos quando dizem que é preciso cortar despesa... esperem pela pancada, especialmente os reformados. 600 milhões por ano! Ui... que pazada no PIB.

fpublico condenado a 48 anos trabalho/descontos Há 5 dias

SE EU ESTIVESSE NA TROPA E SEM GUERRA, JA ERA GENERAL A MA..MAR 5.000€ MES

OS PROFESSORES VÃO PRA REFORMA COM MEDIA DE 2.500€
HA PROF QUE TIRARAM O CURSO A CUSTA DOS MEUS IMPOSTOS

HAJA VERGONHA NA CARA

PG Há 5 dias

Vai-te f#$&/! Luís.
Vai trabalhar no duro, como os Profs. fizeram nestes (7) anos, e talvez te seja reconhecido o teu mérito e te permitam progredir na tua carreira. Mas essa estranhíssima dor de corno (ter-te-ão chumbado na primária??) não te permite raciocinar, pelo que duvido...

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