Educação Ensino Superior: Ministro aponta "evolução favorável" mas é preciso mais

Ensino Superior: Ministro aponta "evolução favorável" mas é preciso mais

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior considerou que os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso "mostram uma evolução favorável na trajectória de qualificar a população portuguesa", mas que precisa crescer mais.
Ensino Superior: Ministro aponta "evolução favorável" mas é preciso mais
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 10 de setembro de 2017 às 00:21

De acordo com os resultados, 44.914 candidatos ficaram colocados este ano na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público (universidades e institutos politécnicos), o que representa um aumento de 5% face a 2016, sendo o valor mais elevado desde 2010, refere o Ministério numa nota à imprensa.

 

Em declarações à Lusa, Manuel Heitor (na foto) defendeu que os resultados "mostram uma evolução favorável na trajectória de qualificar a população portuguesa". Apesar do balanço "muito positivo", o governante entende que "o ensino superior tem que crescer".

 

"Portugal ainda só tem quatro em cada dez jovens de 20 anos no ensino superior, é uma média ainda baixa face às regiões mais desenvolvidas da Europa", afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior.

 

Manuel Heitor realçou o aumento da mobilidade dos estudantes para "zonas de menor densidade populacional" e o "maior interesse" dos jovens pelos cursos dos institutos politécnicos.

 

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, o número de estudantes colocados na primeira fase em instituições localizadas em regiões com menos população aumentou 13% em relação a 2016.

 

Já o número de estudantes colocados em cursos de primeira opção no ensino politécnico cresceu 16%, o dobro do crescimento verificado no número de candidatos que ingressaram nos institutos politécnicos, que, sustentou o ministro, "têm competências únicas".

 

O ministro reconheceu que, face ao aumento da procura, é preciso "reforçar as áreas" aeroespacial e da bioengenharia.

 

Dos 52.434 candidatos que se apresentaram à primeira fase do Concurso Nacional de Acesso, 7.520 não ficaram colocados. O número de vagas sobrantes para as segunda e terceira fases é de 6.225.

 




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comentários mais recentes
KANEKO 10.09.2017

Sr. ministro, assista a alguns concursos de TV onde concorrentes, muitos com formaçao superior, sao confrontados com perguntas de lã na caprina e as resposta que dao sao de uma ignorância atróz. Outros sao velhos com a 4ª CLASSE antiga e sao brilhantes. Será mesmo esta a geraçao mais qualificada??

General Ciresp 10.09.2017

Porque precisa o pais de 1 ministro de OUTONO,quando todos nos sabemos q a terra nesta estacao pouco mais da do q erva para coelhos.Poupe-se o cativeiro mimico aritmetico de inventar falsas cativacoes.Veio a publico q o mirolho penseonario ja lhe faltam 500.000.000 de quem trabalha para pagarpensoes

General Ciresp 10.09.2017

Ha paises que metem portugal no bolso mais pequeninho das calcas no que toca ao ensino,pois bem eles para este sector tem um secretario de estado,portugal tem que ter 2 ministros,BRAVO d.branca.

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