Educação FNE considera que a alteração do regime de concursos de docentes é insuficiente

FNE considera que a alteração do regime de concursos de docentes é insuficiente

A Federação Nacional de Educação considera insuficiente a decisão de revogação da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), anunciada esta quinta-feira pelo Governo, e pede o fim da "norma-travão".
FNE considera que a alteração do regime de concursos de docentes é insuficiente
Correio da Manhã
Liliana Borges 19 de fevereiro de 2016 às 15:56

A alteração ao regime de concursos de docentes é uma "resposta a um problema grave há muito identificado" pela Federação Nacional de Educação (FNE), mas "não elimina importantes aspectos de injustiça", analisa a FNE.

Em causa está a decisão de revogação da Bolsa de Contratação de Escola (BCE), o modelo em vigor desde o ano lectivo 2014/2015, anunciado esta quinta-feira, 18 de Fevereiro, pelo Conselho de Ministros.

Apesar de o organismo aclamar a decisão do Governo, sublinhando que a BCE "nunca serviu nem para dar expressão à autonomia das escolas, nem para facilitar os procedimentos de colocação de docentes", para a FNE os problemas "vão continuar a marcar negativamente os concursos que vão ocorrer este ano, para terem efeitos no próximo ano lectivo".


Num processo "que deveria ser ágil, eficaz, justo e transparente", a FNE lamenta que o Governo não tenha substituído a chamada "norma-travão", que permite que todos os docentes que se afirmam como necessidades permanentes do sistema, isto é, que são contratados sucessivamente com horário anual e completo, entrem "automaticamente no quadro".

A FNE defende "um enquadramento que permita a vinculação de docentes que reuniram três contratações sucessivas de ano inteiro", lê-se no comunicado.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub
pub
pub
pub