Educação Governo quer solução para os professores sem impacto nas contas de 2018

Governo quer solução para os professores sem impacto nas contas de 2018

O Governo admite negociar a carreira dos professores, mas quer evitar que seja qual for a solução a mesma represente qualquer impacto orçamental até 2021.
Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar Miguel Baltazar manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif manifestação professores manif

As negociações que o Governo vai reabrir com os professores sobre as progressões na carreira não deverão ter impacto orçamental no que próximo ano, nem até 2021, de acordo com uma fonte governamental.

Esta quarta-feira, 15 de Novembro, a secretária de Estado Adjunta da Educação garantiu que o Executivo está disponível para negociar uma forma de recuperar o tempo de serviço para efeitos de progressão dos professores. "Vai haver uma forma de a contagem da carreira docente ser, de alguma forma, recuperada. Veremos com os sindicatos com que faseamento." O que os sindicatos pretendem é que o tempo de serviço prestado entre 2011 e 2017 seja tido em conta nas progressões, acelerando-as.

No entanto, ao final da manhã, fonte do Governo garantiu que, qualquer que seja a forma encontrada, esta não terá impacto orçamental nos próximos três anos.

Ou seja, o Governo pretende encontrar uma forma de recomposição da carreira dos professores que, na prática, não implique mais custos orçamentais até 2021. O que significa que os docentes nesta situação não receberão mais até esse momento.

Esta é pelo menos a posição de partida do Governo, que reunirá novamente com os sindicatos esta quinta-feira, depois da greve nacional que hoje decorre.




A sua opinião8
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 5 horas

Este governo não tem mesmo vergonha.Movimenta-se consoante as notícias nas redes sociais e pelos gritos dos sindicatos, não importando que as cedências ponham em perigo as contas do país.É assim tão bom o poleiro?As vossas responsabilidades como governantes estão limitadas às vossas conveniências?

Anónimo Há 6 horas

ponham-nos a trabalhar e tirem-lhes a boa vida!! na minha zona os centros de explicação são como os cogumelos!
para isso acaba-se com a escola pública, os alunos vão apenas fazer os exames e poupa-se uma pipa de massa!

aB(C)OSTAfede Há 7 horas

600 milhões? Não é o valor perdoado pelo Costa e Centeno ao benfica e ao criminoso do seu presidente? 600 milhões (+ ou -). A perdoar ao benfifica e a dar rebuçados aos garotos da casa pia, sois bons ò PS´s..

FVV Há 7 horas

Lá estão vocês!
Então o vosso desgoverno retirou, estes não querem devolver. E depois, onde está a diferença?

ver mais comentários
pub