Educação Marcelo feliz por políticos como Costa entenderem que educação é "muito importante"

Marcelo feliz por políticos como Costa entenderem que educação é "muito importante"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou-se feliz por haver políticos, como o primeiro-ministro, que entendem que a educação é "muito importante" para o desenvolvimento do país.
Marcelo feliz por políticos como Costa entenderem que educação é "muito importante"
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 26 de dezembro de 2016 às 22:55

"No meu discurso de posse, quando disse quais eram os grandes objectivos nacionais, coloquei - simultaneamente com a coesão, o combate à pobreza e injustiça - a educação como fundamental", declarou esta segunda-feira o chefe de Estado, à chegada a um jantar de cariz social em Lisboa.

 

Marcelo foi questionado sobre a mensagem de Natal do primeiro-ministro, António Costa, que considerou que o maior défice nacional é o do conhecimento e defendeu o combate à pobreza e à precariedade laboral em nome de uma "sociedade decente".

 

"Fico feliz quando os políticos entendem que a educação é muito importante em termos práticos, de atos concretos", vincou o chefe de Estado.

 

Depois, ao comentar a relação entre Belém e São Bento, advogou que o Presidente existe para "cumprir a Constituição", colaborando com o "parlamento, tribunais e órgãos de soberania". "É o dever do Presidente", prosseguiu.

 

Na sua mensagem de Natal enquanto líder do Governo, António Costa optou por inovar, gravando a sua intervenção, não como habitualmente a partir da residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, mas sim tendo como palco o Jardim de Infância do Lumiar, em Lisboa.

 

"Quero assim sublinhar que - tal como no Natal - as crianças têm de estar todos os dias no centro das nossas preocupações e que a sua educação tem de ser a primeira das nossas prioridades, enquanto famílias e enquanto sociedade", justificou António Costa.

 

Na sua mensagem, o primeiro-ministro sustentou que o conhecimento "é a chave do futuro", razão pela qual o seu Executivo fixou como "objectivo fundamental generalizar o ensino pré-escolar a todas as crianças a partir dos três anos de idade" e "lançar o programa Qualifica, dirigido especialmente à educação e formação dos adultos".




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comentários mais recentes
matita42 Há 3 semanas

Promoção da educação de M.Caetano por JMT:
"Daí sairia a Reforma Veiga Simão, lançada em 1973 com a publicação da primeira lei de bases do sistema educativo, que alargou a escolaridade obrigatória até ao oitavo ano. De então para cá, o investimento na educação cresceu de forma ininterrupta até 2002. E que crescimento: o seu peso no orçamento quadruplicou em menos de 30 anos, de 1,3% do PIB em 1974 até 5,1% em 2002. Em valores absolutos, os números são ainda mais impressionantes. Um aluno custava anualmente ao Estado cerca de 115 euros em 1974 (fonte Pordata, valores actualizados), e em 2010 esse número situava-se já em 810 euros. Desceu para 625 euros desde então, devido à crise, à reorganização do mapa escolar e ao impacto demográfico no ensino, que conduziu a uma acentuada diminuição do número de professores."

Anónimo Há 3 semanas

Bonito! é mesmo bonito e profundo este pensamento. Que coisa linda de se ver. E também queremos paz no mundo e acabar com a fome. Ah! desculpem, pensei que era para as miss mundo, sem desrespeitar as misses que não têm culpa nenhuma deste pensamento profundo. É para isto que temos um PR?

Boy Podre Há 3 semanas

Mais azia para o tecno 666

Manuel Há 3 semanas

O presidente corre o risco de quando chegar o diabo, já não conseguir descolar. Há colas de boa qualidade.

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