Educação Portugal passa a ter quatro escolas de gestão entre as melhores da Europa

Portugal passa a ter quatro escolas de gestão entre as melhores da Europa

A ISCTE Business School integra o "ranking" do Financial Times pela primeira vez e a Nova supera a classificação da Católica.
Portugal passa a ter quatro escolas de gestão entre as melhores da Europa
Escola do ISCTE passa a integrar o ranking do Financial Times
Nuno Carregueiro 04 de dezembro de 2017 às 00:01

O "ranking" das melhores escolas de economia e gestão da Europa passa a contar com quatro universidades portuguesas. A ISCTE Business School (IBS) classificou-se pela primeira vez neste que é um dos mais importantes rankings internacionais de escolas de gestão.

 

Na lista das 95 melhores escolas de gestão a nível europeu, que é publicada no jornal britânico esta segunda-feira, a IBS estreia-se na 80ª posição. À sua frente tem três outras escolas portuguesas, que já constavam nos rankings dos anos anteriores.

 

A Porto Business School surge no "ranking" pelo sexto ano consecutivo, tendo subido três lugares na classificação deste ano, ocupando agora a 59.ª posição.

 

Na liderança da classificação portuguesa houve novidades. A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) até desceu duas posições, para o 25.º lugar, mas a Católica Lisbon School of Business and Economics fez pior, pois em 2016 também era a 23.ª melhor e desceu três lugares (para a 26.ª posição).

 

"Este resultado reforça, mais uma vez, a estratégia de inovação, internacionalização e impacto da escola. Estamos conscientes que há ainda caminho para percorrer, mas optimistas que com o apoio da comunidade - alunos, antigos alunos, parceiros corporativos, sociedade, faculty e staff - conseguiremos alcançar os objectivos", refere o professor Daniel Traça, Dean da Nova SBE. Esta escola destaca ainda o facto de o seu mestrado em Gestão ter sido considerado o 16.º melhor da Europa.

 

José Paulo Esperança, Dean da IBS, destaca que a entrada no "ranking das melhores escolas de Gestão é extremamente valiosa porque vem dar à IBS uma visibilidade ainda maior nos mercados internacionais".

 

Ramon O’Callaghan, Dean da Porto Business School, assinala que esta classificação mostra que "estamos a desenvolver um trabalho criterioso e que continuamos no caminho certo - desafiando indivíduos e organizações a abraçarem e desenvolverem o pensamento crítico necessário para fazer a mudança acontecer em relação aos desafios do futuro".

 

No topo do ranking europeu permanece a London Business School, sendo que o segundo lugar também continua a pertencer à HEC Paris. A Imperial College Business School (liderada pelo português Francisco Veloso desde Agosto) surge no 20.º lugar, quatro posições abaixo da classificação de 2016.




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mais votado JCG Há 6 dias

Não sei que merdaª é essa do dean... Portugal é um país com quase mil anos que tem uma língua própria - português - que por acaso é uma das línguas usadas por mais gente no mundo.
Quanto a essas ordenações... para mim valem tanto como nada. Tudo depende dos critérios utilizados... para mim a principal competência de um gestor é na gestão das pessoas, no respeito e valorização das pessoas que gere.

comentários mais recentes
Anónimo Há 5 dias

O comentário dos 6000 despedimentos é típico... porque pretende associar a esquerda com os despedimentos. Esquece de referir que o processo está relacionado com a necessidade de contratar 3000 novos especialistas de IT e que naturalmente os quadros mais antigos têm de ser reformados...

Anónimo Há 5 dias

pertinazno está delirante só grita após ter comido um cogumelo estragado...

pertinaz Há 5 dias

CONCLUSÃO: GRAÇAS A PASSOS COELHO O ENSINO PÚBLICO MELHOROU...!!!

Anónimo Há 6 dias

E o Jornal de Negócios deixou passar em branco os 6000 despedimentos anunciados pelo banco Nordea da Escandinávia, esse lugar "socialista" defensor do sindicalismo marxista, da ditadura do proletariado, e do trabalho excedentário para a vida a qualquer custo? Aqui fica mais uma ajudinha pro bono publico... e já agora, contratem mais e melhores freelancers disponíveis no mercado. https://www.bloomberg.com/news/articles/2017-12-01/nordea-bank-s-6-000-job-cuts-are-just-the-beginning-union-says

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