Emprego Como está a evoluir o mercado de trabalho em cinco gráficos

Como está a evoluir o mercado de trabalho em cinco gráficos

A taxa de desemprego agravou-se 0,3 pontos percentuais no quarto trimestre de 2015 para os 12,2%. Veja o que têm a dizer os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a situação do mercado de trabalho nacional.
Nuno Aguiar Nuno Teixeira - Infografia 10 de Fevereiro de 2016 às 19:30
Nos cinco gráficos poderá observar o agravamento e posterior alívio da taxa de desemprego, bem como os consecutivos mínimos históricos registados pela população empregada no sector agrícola e nas pescas. A população activa alcançou nos últimos três meses do ano, a primeira variação homóloga positiva desde 2011.

Taxa de desemprego

Desde o arranque de 2013, a taxa de desemprego tem seguido uma trajectória de desagravamento face ao pico de 17,5% registado no primeiro trimestre desse ano. Nos últimos três meses de 2015, essa tendência foi interrompida, na transição do Verão para o Outono.


Agricultura

Não é uma tendência nova, mas o sector agrícola e das pescas continua a perder trabalhadores a um ritmo veloz. O nível de emprego no quarto trimestre de 2015 representa uma quebra de 34% face ao primeiro trimestre de 2011 (quando começa esta série do INE).



População activa

Portugal tem visto a sua população activa cair nos últimos cinco anos, mas recentemente essa trajectória foi interrompida e, nos últimos três meses do ano passado, até se observou uma recuperação homóloga face a 2014.



Tipo de actividade

Juntos, a indústria e o sector primário já têm um peso de menos de um terço na população empregada (menos de 32%). Como vimos em cima, a agricultura regista mínimos sucessivos, com a recuperação do emprego a ter essencialmente origem nos serviços. No arranque de 2011, indústria e agricultura representavam mais de 37% do emprego.




Antiguidade

Um em cada quatro trabalhadores portugueses está no mesmo emprego há mais de 20 anos, mais ou menos a mesma percentagem observada no início de 2011. Já o número de trabalhadores que está há menos de seis meses no seu trabalho teve um ligeiro aumento de 0,7 pontos percentuais.






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