Mercado de Trabalho Inscritos nos centros de emprego desceram 43 mil em 2015

Inscritos nos centros de emprego desceram 43 mil em 2015

O desemprego registado desceu 7,3% em Dezembro face ao final de 2014, mas subiu 0,9% contra Novembro de 2015.  
Inscritos nos centros de emprego desceram 43 mil em 2015
Bloomberg
Negócios 23 de Janeiro de 2016 às 17:05

No final do ano passado estavam 555.167 pessoas sem emprego incritas nos centros de emprego em Portugal, um número de desempregados que traduz um decréscimo de 7,3% face a Dezembro de 2014 e um aumento de 0,9% contra Novembro de 2015.

 

Os dados foram este sábado, 23 de Janeiro, revelados pelo IEFP e mostram que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego baixou em 43.414. Os pedidos de emprego totalizaram 763.346 (72,7% efectuados por desempregados), o que representa uma descida de 10,1% face a Dezembro de 2014. As ofertas de emprego totalizaram 10.487, uma queda de 26,6% face ao período homólogo.

 

Quanto ao desemprego registado, os dados do IEFP mostram uma descida mais acentuada nos homens (-8,4%) do que nas mulheres (-6,2%) e menos forte no jovens (-6,3%) em comparação com os adultos (-7,4%).

 

A queda do número de inscritos foi mais forte no desempregados de longa duração (diminuíam 11,8%) do que nos inscritos há menos de um ano (desceram 2,8%). A descida anual do desemprego fez-se sentir em todos os níveis de instrução, sendo que a queda percentual mais elevada verificou-se no 1º ciclo do ensino básico (-13,1%).

 

Exceptuando a Madeira (+0,8%), o desemprego diminuiu em todas as regiões do País. Norte (-8,9%) e Centro (-9,1%) foram as regiões com as maiores quedas.




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portuense 24.01.2016

Não passam disso mesmo, estimativas, porque a realidade é bem diferente, infelizmente!

portuense 24.01.2016

Esses 45 mil, foram-se embora deste país de políticos corruptos, ladrões , avençados, subvencionados e 'subsídio-dependentes' do dinheiro dos portugueses!

Anónimo 24.01.2016

Agora com este governo o demprego vai ser zero , se lá estiver o Madelino então qualquer dia , temos empregos a mais ,temos que mandar vir gente de fora ahhhah
mas atenção talvez tenhamos que dar emprego a Troika mais uma vez.

Anti-monhé 23.01.2016

Isso foi no tempo da outra senhora. Com o monhé, os centros de emprego vão fechar por falta de inscrições. Palavra dada é palavra honrada, mas só mais lá para o Verão como é o caso do IVA da restauração e das 35 horas pera o funcionalismo público.

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