Europa Como Portugal apanhou a Itália em sete gráficos

Como Portugal apanhou a Itália em sete gráficos

Sexta-feira, as "yields" das obrigações portuguesas estiveram momentaneamente abaixo de Itália. Algo que não acontecia há oito anos. Alguns indicadores ajudam a explicar a mudança de percepção em relação aos dois países.
Como Portugal apanhou a Itália em sete gráficos
Nuno Aguiar Rosa Castelo - Infografia 17 de dezembro de 2017 às 18:03

 




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mais votado Anónimo 17.12.2017

Apanhou o Mezzogiorno. As máfias são cada vez mais e o polvo está cada vez mais infiltrado.

comentários mais recentes
Anónimo 04.01.2018

?????????????????????????????????????

Anónimo 23.12.2017

As Holandas, Finlândias, Irlandas, Taiwans, Israeis, Noruegas e Dinamarcas deste mundo andam a criar as próximas empresas líderes mundiais nos sectores da IA, robótica, renováveis, nanotecnologia... e pelo meio ainda têm tempo e recursos para emitirem dívida com juro negativo e pensarem em Fundos Soberanos, mostrando assim o seu respeito e cuidado para com todas as gerações e classes de cidadãos.

julio 19.12.2017

Este ANÓNIMO, sozinho, faz a festa, lança os foguetes e recolhe as canas!!!
Se o ridículo matasse...
Despeja aqui comentários, sempre mais ou menos iguais, como quem vai de caminho! É incansável na sua missão maledicente profissional.
Oh homem, isso já é uma obsessão. Trate-se....

Anónimo 18.12.2017

Pagar mensalmente a cada um de 3 directores de uma organização a quantia de 10 mil euros sem qualquer necessidade ou justificação económica ou pagar 1000 euros a 30 colaboradores com cargos não directivos que também ocupem um posto de trabalho efectivo sem qualquer necessidade ou justificação por estarem em demasia na organização ou por existir uma tecnologia muito mais económica, e por ventura mais eficiente, que os pode substituir, é exactamente a mesma coisa. Significa que terei menos retorno sobre o investimento enquanto accionista, mais contribuições e impostos enquanto contribuinte, preço mais elevado para pagar enquanto consumidor e menor remuneração enquanto ofertante de factor trabalho justificável com real procura de mercado num dado momento. Portugal e Itália sofrem deste flagelo económico.

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