Europa Polícia britânica eleva para 79 número de vítimas no incêndio de torre em Londres

Polícia britânica eleva para 79 número de vítimas no incêndio de torre em Londres

O incêndio na semana passada numa torre de apartamentos em Londres fez 79 mortos ou mortos presumíveis, de acordo com um novo balanço da polícia britânica.
Polícia britânica eleva para 79 número de vítimas no incêndio de torre em Londres
Reuters
Lusa 19 de junho de 2017 às 11:24
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"Temo que ascenda agora 79 o número de pessoas que pensamos estarem mortas ou desaparecidas e que presumimos mortas", anunciou em conferência de impressa, Stuart Cundy, chefe da polícia londrina.

 

Entre 400 e 600 pessoas viviam na Torre Grenfell, de 24 andares e 120 apartamentos, totalmente consumida pelo fogo na madrugada da passada quarta-feira.

 

As chamas fizeram 78 feridos, 10 dos quais em estado crítico.

 

A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou que serão disponibilizados cinco milhões de libras (5,7 milhões de euros) para ajuda de emergência às vítimas do incêndio em Londres.

 

Segundo o Governo português, dez portugueses residiam neste edifício e duas crianças tiveram de receber tratamento hospitalar.

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mais votado Anónimo 19.06.2017

Sobrepagamento e excedentarismo injustificáveis, ou seja, sobrealocação desnecessária de factor produtivo trabalho, originam a subalocação de factor produtivo capital adequado e perfeitamente justificável. Em Londres os materiais de construção eram de péssima qualidade, foi usado material inflamável e material foi mal aplicado para poupar, e o orçamento para equipamentos de detecção e combate a incêndios foi desbaratado em salários de carreiras vitalícias sem qualquer pertinência. Outros custos do excedentarismo que se verificam sempre que o trabalho é posto acima do capital sem obedecer a qualquer lógica afecta à mais elementar racionalidade económica e aos mais básicos princípios da gestão científica moderna. Em Pedrógão é parecido. Noutros países há drones, sensores, robôs, satélites, meios aéreos modernos preparados para combater fogos e menos excedentarismo. Há também mais e melhor prevenção assente na tecnologia e na consultadoria junto de especialistas em dinâmica dos fogos.

comentários mais recentes
pertinaz 19.06.2017

MASS MURDER

Anónimo 19.06.2017

Em Pedrogão e na torre londrina, o Estado, pejado de excedentários, inundado por uma torrente de factor trabalho sindicalizado, caro, desadequado e injustificável, esteve muito mal. Custos fixos do excedentarismo de carreira sindicalizado dos direitos adquiridos, à prova de mercado, oferta e procura, inovação e avanço tecnológico. Uma tragédia anunciada. A seguir podem ser as pontes, os caminhos de ferro, os hospitais, e as escolas, etc. Não façam as reformas que na contemporaneidade tendem cada vez mais a substituir trabalho por capital. Viva Marx e Engels. As forças de mercado não contam para nada. Máquinas silvícolas são capital, aeronaves tanque são capital, sensores de fogo são capital, câmaras térmicas e drones são capital. Sistemas de alarme e evacuação são capital. A propriedade intelectual subjacente a produtos anti-fogo e aos OGMs florestais com propriedades retardantes é capital. Abaixo o capital. Viva todo e qualquer trabalho. Muitas pessoas é que se trabalham com isto...

Anónimo 19.06.2017

Sobrepagamento e excedentarismo injustificáveis, ou seja, sobrealocação desnecessária de factor produtivo trabalho, originam a subalocação de factor produtivo capital adequado e perfeitamente justificável. Em Londres os materiais de construção eram de péssima qualidade, foi usado material inflamável e material foi mal aplicado para poupar, e o orçamento para equipamentos de detecção e combate a incêndios foi desbaratado em salários de carreiras vitalícias sem qualquer pertinência. Outros custos do excedentarismo que se verificam sempre que o trabalho é posto acima do capital sem obedecer a qualquer lógica afecta à mais elementar racionalidade económica e aos mais básicos princípios da gestão científica moderna. Em Pedrógão é parecido. Noutros países há drones, sensores, robôs, satélites, meios aéreos modernos preparados para combater fogos e menos excedentarismo. Há também mais e melhor prevenção assente na tecnologia e na consultadoria junto de especialistas em dinâmica dos fogos.

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